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terça-feira, 5 de agosto de 2025

Stanhopea shuttleworthii

Este é um novo clone da Stanhopea shuttleworthii, bem mais colorido do que o anterior. É uma espécie cuja área de distribuição se limita ao estado de Tolima, na Colômbia, onde se desenvolve como planta epífita, de médio porte, em florestas luminosas, situadas em altitudes à volta dos 1000 metros. Pode apresentar uma variabilidade considerável.

Também cultivo este clone, desta espécie, em estufa temperada/fria, em ambiente com sombra moderada, com elevado teor de humidade relativa e bem ventilado. Está num cesto típico para o género Stanhopea e com um substrato composto 100% de esfagno. Aplico fertilizações/regas contantes na fase de desenvolvimento da planta (Primavera, Verão e primeiro terço do Outono). Durante o resto do ano deve regar-se apenas o necessário  para manter o substrato ligeiramente húmido.




terça-feira, 29 de julho de 2025

Stanhopea tigrina f. aurea

A Stanhopea tigrina f. aurea é uma forma muito rara da Stanhopea tigrina, mantendo exatamente o mesmo porte da flor e o mesmo perfume, tão característico. Contudo, o desenvolvimento vegetativo desta forma é bem mais lento do que a espécie tipo.

Esta é uma espécie endémica do México, onde se desenvolve como planta epífita, por vezes como litófila, em florestas de média altitude, entre os 600 e os 1700 metros. As condições de cultivo são as mesmas da espécie tipo, embora esta planta tenha um comportamento bem mais melindroso e não tão exuberante.



Referências bibliográficas:

domingo, 15 de junho de 2025

Stanhopea pulla

A Stanhopea pulla é uma espécie de médio porte, com uma das flores mais pequenas deste género. O seu habitat natural distribui-se pela Costa Rica, Panamá e Colômbia, em florestas tropicais húmidas e em locais de baixa altitude, entre os 100 e os 1000 metros.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, com mínimas de 12 a 14 graus de temperatura durante o Inverno, em local sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Utilizo um cesto típico para o género Stanhopea (conforme as fotos) e um substrato composto por 100% de esfagno. Rego de forma a manter o esfagno apenas ligeiramente húmido, adequando as regas às diferentes estações do ano. Fertilizo com o Akerne's Rain Mix, duas a três vezes por semana, durante as estações mais quentes e secas do ano. Durante o Inverno suspendo todas as fertilizações.


Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Stanhopea pulla Rchb.f. | Plants of the World Online | Kew Science

sexta-feira, 13 de junho de 2025

Stanhopea guttulata

A Stanhopea guttulata é uma espécie de médio porte, endémica no Sudeste do Brasil, onde se desenvolve como planta epífita ou litófila, em habitats de média altitude. Possui pseudobulbos cónico-ovados, longitudinalmente rugosos, com uma única folha apical, ereta e coriácea.

Cultivo esta espécie na estufa temperada fria, em local sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Utilizo um cesto próprio para as espécies deste género e um substrato 100% de esfagno. Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido e fertilizo regulamente, com o Akerne's Rain Mix, duas a três vezes por semana, durante a Primavera, o Verão e primeira metade do Outono.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Stanhopea guttulata Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science

quarta-feira, 28 de agosto de 2024

Stanhopea frymirei

A Stanhopea frymirei é uma planta epífita, muito raramente terrestre, de médio porte, que se desenvolve em zonas de baixa altitude, em florestas costeiras e com altitudes entre os 50 e os 500 metros. É uma espécie com uma área de distribuição muito restrita, sendo endémica do Equador. 

Cultivo esta Stanhopea nas mesmas condições da generalidade das espécies deste género peculiar, cuja informação pode ser consultada no post anterior, ou noutras publicações já efetuadas. 




Referências bibliográficas:

Stanhopea frymirei Dodson | Plants of the World Online | Kew Science

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

quinta-feira, 22 de agosto de 2024

Stanhopea intermedia

A Stanhopea intermedia é uma planta  de médio porte, desenvolvendo-se, no seu estado natural, sobre as árvores e sobre ravinas rochosas, de forma epífita e litófila, mais raras vezes como terrestre. Pode ser observada em vários estados do México, em florestas situadas entre os 900 e 1700 metros de altitude.

É cultivada em estufa temperada quente, com temperaturas mínimas à volta dos 10 a 12 graus, em ambiente com sombra moderada, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. Utilizo um cesto suspenso aberto no fundo e nas laterais e um substrato composto por 100% de esfagno. Aplico fertilizante em todas as regas, com doses de baixa concentração, de forma a manter o esfagno apenas ligeiramente húmido. O substrato nunca deve secar por períodos prolongados de tempo entre regas.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Stanhopea intermedia Klinge | Plants of the World Online | Kew Science

sábado, 27 de julho de 2024

Stanhopea martiana

A Stanhopea martiana é uma espécie litófila, de médio porte, que se desenvolve sobre rochas, em florestas abertas, predominantemente de carvalhos, entre os 1200 e os 2100 metros de altitude. É uma espécie endémica do México, podendo apenas ser observada nos estados Nayarit, Jalisco, Oxaca e Guerrero.

Cultivo esta planta na estufa temperada quente, em ambiente com sombra moderada, com elevado teor de humidade relativa e bem ventilado, Tal como todas as Stanhopea, está num cesto aberto, suspenso, e com um substrato composto totalmente por esfagno. Aplico fertilizações/regas constantes na fase de desenvolvimento da planta (Primavera, Verão e primeiro terço do Outono). Durante o resto do ano deve apenas ser regado de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido.




Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Stanhopea martiana Bateman ex Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science

sábado, 20 de julho de 2024

Stanhopea shuttleworthii

A Stanhopea shuttleworthii é uma espécie cuja área de distribuição se limita ao estado de Tolima, na Colômbia, onde se desenvolve como planta epífita, de médio porte, em florestas luminosas, situadas em altitudes à volta dos 1000 metros.

Cultivo esta espécie em estufa temperada/fria, em ambiente com sombra moderada, com elevado teor de humidade relativa e bem ventilado. Está num cesto típico para o género Stanhopea e com um substrato composto 100% de esfagno. Aplico fertilizações/regas contantes na fase de desenvolvimento da planta (Primavera, Verão e primeiro terço do Outono). Durante o resto do ano deve regar-se apenas o necessário  para manter o substrato ligeiramente húmido.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Stanhopea shuttleworthii Rchb.f. | Plants of the World Online | Kew Science

quinta-feira, 13 de outubro de 2022

Stanhopea anfracta

A Stanhopea anfracta é uma espécie epífita, de tamanho médio/grande, que se desenvolve nas encostas orientais dos Andes, em países como o Equador, o Peru e a Bolívia. O seu habitat situa-se em florestas nubladas e muito húmidas, em altitudes entre os 700 e 1400 metros.

Cultivo esta planta num cesto próprio para as Stanhopea e com um substrato composto por casca de pinheiro, argila expandida e esfagno. Está todo o ano na estufa fria, com temperaturas mínimas de 5 graus e máximas de 32 graus, em local sombreado, com elevado teor de humidade relativa (65 a 70%) e boa ventilação.

Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, podendo este secar entre regas, mas apenas por períodos curtos de tempo. Adequar as regas às diferentes estações do ano, regando o mínimo possível no Inverno. Fertilizo 2 a 3 vezes por semana, com o Akerne's Rain Mix, suspendendo as fertilizações apenas nos períodos mais frios e chuvosos do Inverno.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

World Checklist of Selected Plant Families: Royal Botanic Gardens, Kew

segunda-feira, 15 de agosto de 2022

Stanhopea graveolens

A Stanhopea graveolens  é uma espécie que, no seu estado natural, se pode desenvolver de forma epífita e ou litófila, em florestas de altitudes elevadas, acima dos 2700 metros, no México, na Guatemala e nas Honduras.

Esta planta está a ser cultivada na estufa fria, todo o ano, num cesto suspenso, próprio para as Stanhopea, e com um substrato composto unicamente por esfagno. As regas devem ser as necessárias para manter o esfagno apenas ligeiramente húmido ao longo do ano. Durante o Inverno, no período mais chuvoso e frio, não são necessárias as regas, bastando a humidade ambiente. Fertilizo com o Akerne's Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada por cada litro de água). Durante o Inverno suspendo as fertilizações.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

World Checklist of Selected Plant Families: Royal Botanic Gardens, Kew

segunda-feira, 5 de julho de 2021

Stanhopea ruckeri

A Stanhopea ruckeri é uma espécie de médio porte, que se desenvolve como planta epífita, por vezes como terrestre, em florestas montanhosas, entre os 800 e os 1500 metros de altitude, situadas no México,  Belize, Nicarágua, Guatemala, Honduras e El Salvador.

Cultivo este exemplar na estufa fria, o ano inteiro, num local sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Utilizo um cesto suspenso e um substrato próprio para epífitas. Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, secando este, apenas, por períodos muito curtos de tempo. Fertilizo duas vezes por semana com o Akerne's Rain Mix. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

World Checklist of Selected Plant Families: Royal Botanic Gardens, Kew

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

Stanhopea ecornuta

A Stanhopea ecornuta é uma planta de médio porte, com pseudobulbos ovais, sulcados, com uma única folha apical, com nervuras acentuadas na longitudinal. As suas inflorescências surgem a partir dos pseudobulbos já maduros, sendo geralmente compostas por poucas flores, 2 a 3 por haste floral, de considerável dimensão e bem perfumadas, sendo estas de curta duração.

Esta espécie habita em florestas tropicais, sempre verdes e sombreadas, quentes e muito húmidas, em locais de baixa altitude, que vão desde o nível do mar até aos 300 metros. É nativa de países como a Costa Rica, a Nicarágua, o Panamá, as Honduras e a Guatemala.

A forma de cultivo é muito semelhante às restantes espécies deste género, sendo que esta é das mais exigentes em termos de temperatura, não suportando mínimas abaixo dos 12 a 14 graus, mesmo durante o Inverno.








Referências bibliográficas:

terça-feira, 23 de junho de 2020

Stanhopea hernandezii

A Stanhopea hernandezii é uma espécie de médio a grande porte, que se pode desenvolver de forma epífita, litófila e ou terrestre, geralmente sobre rochas escarpadas, em habitats situados entre os 1700 e os 2200 metros de altitude, em diversos estados do México.

Cultivo esta espécie em cesto suspenso, como todas a Stanhopea, em estufa temperada, com mínimas de Inverno à volta dos 10 graus e máximas de 32/33 graus. O local é sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa (à volta do 60 a 70%).
Utilizo como substrato uma mistura composta por casca de pinheiro grossa e média, argila expandida e  perlite, forrando o cesto a esfagno, na sua parte exterior.
Adequo as regas de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, ao longo de todo o ano, mas nunca encharcado. Embora podendo este secar ligeiramente entre regas, não será adequado que isto aconteça por períodos prolongados de tempo.
Fertilizo com o Akerne's RAIN MIX duas vezes por semana, aplicando apenas com metade da dose indicada pelo fornecedor, em gramas, por cada litro de água. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.




Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/stanhohernandezii.htm
https://wcsp.science.kew.org/furtherInformation.do?name_id=196110

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Stanhopea annulata

A Stanhopea annulata é uma espécie de médio porte, possuindo pseudobulbos ovoides e rugosos, com uma única folha apical, amplamente elíptica lanceolada.
É uma planta que se carateriza por apresentar várias florações ao longo do ano, cujas inflorescências são relativamente curtas, normalmente compostas por apenas duas flores de pequena dimensão (entre as mais pequenas do género Stanhopea) e bem perfumadas.

É uma espécie nativa de algumas regiões da Colômbia, Equador e Bolívia. Aí se desenvolve em florestas montanhosas, tropicais e com elevado teor de humidade relativa, cujas altitudes se podem situar entre os 100 e os 950 metros.




CULTIVO
Deve ser cultivada em local/estufa temperada quente, com elevado teor de humidade relativa (entre os 60 e os 80%), com boa ventilação e sempre com sombra parcial. Não aprecia luminosidade muito intensa ou sol direto, sobretudo nas estações do ano mais quentes e secas. 
Como todas as Stanhopea, deve ser cultivada em cesto suspenso, forrado a fibra de coco ou esfagno, utilizando um substrato próprio para epífitas, composto por casca de pinheiro média e grossa, argila expandida e perlite. Opcionalmente, pode acrescentar-se algum esfagno.
As regas devem ser as necessárias para manter o substrato sempre húmido, mas nunca encharcado, havendo a necessidade de serem mais frequentes na Primavera, no Verão e primeira parte do Outono, sendo bastante mais espaçadas durante o Inverno.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas. Utilizo apenas metade da dose de fertilizante, indicada no rótulo, para cada litro de água. Durante o Inverno suspendo todas as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/stanannulata.htm
https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Stanhopea nigripes

A Stanhopea nigripes é uma planta de médio porte de pseudobulbos ovoides/piriformes, sulcados e com uma folha apical lanceolada e coriácea. As suas inflorescências pendentes podem possuir até 8 flores por haste, sendo estas fortemente perfumadas e surgindo dos pseudobulbos já maduros.

Família: Orchidaceae          Género: Stanhopea         Espécie: nigripes

Habitat natural: Esta é uma espécie epífita proveniente do Peru, onde se desenvolve em florestas chuvosas e húmidas, muitas vezes nubladas e situadas em zonas montanhosas, entre os 800 e os 1900 metros de altitude.





Cultivo: É cultivada na estufa fria, em local onde as temperaturas mínimas podem descer ligeiramente abaixo dos 8 graus durante o Inverno. O ambiente de cultivo é sempre sombreado, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa (entre os 70 e os 80%).
Utilizo um cesto suspenso forrado pelo exterior a musgo/esfagno e um substrato composto maioritariamente por casca de pinheiro média, alguma argila expandida (20%) e alguma perlite (10%).
As regas devem ser adequadas às diferentes estações do ano, regando de forma a manter o substrato sempre húmido, sem secar completamente entre regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com metade da dose indicada pelo fornecedor por cada litro de água. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/stannigripes.htm
https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do