quarta-feira, 19 de julho de 2017

Campylocentrum aromaticum

Espécie de médio porte, de crescimento monopodial, com folhas rígidas, dispostas alternadamente ao longo do caule, apresentando hastes florais densas e compostas por várias flores miniatura, das mais pequenas de todas as orquidáceas, não ultrapassando os 2 a 3 mm cada uma.

Família: Orchidaceae        Género: Campylocentrum        Espécie: aromaticum

Habitat natural: Espécie epífita, proveniente de habitats de baixa altitude, do Sul do Brasil e do Norte da Argentina.




Cultivo: Sendo uma planta proveniente de climas quentes não suporta o nosso frio de Inverno, pelo que lhe deve ser proporcionado um ambiente de cultivo temperado a quente, todo o ano.
É cultivada em espaço mediamente sombreado, com elevado grau de humidade e bem ventilado.
Utilizo um vaso pequeno, com cerca de 8 cm de diâmetro, com um substrato composto por casca de pinheiro grossa e argila expandida. Contudo, a maioria das suas raízes pareciam crescer livremente, sem qualquer substrato.
Rego com frequências nas estações mais quentes e secas, de forma a manter um alto teor de humidade nas raízes. Fertilizo duas a três vezes por semana com Akerne Rain Mix, sempre com doses pouco concentradas. No Inverno suspendo as fertilizações e reduzo drasticamente o número de regas.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

terça-feira, 4 de julho de 2017

Promenaea xanthina

A Promenaea xanthina é uma planta de  porte reduzido, com pequenos pseudobulbos ovalados (com cerca de 2,5 cm) e folhas ovaladas lanceoladas, de cor verde acinzentada. Na Primavera e ou Verão, apresenta belíssimas inflorescências, quase sempre compostas por 1 a 2 flores, amarelo intenso,  levemente maculadas de vermelho e ligeiramente perfumadas.

Família: Orchidaceae       Género: Promenaea        Espécie: xanthina

Habitat natural: Espécie epífita, proveniente do Sul do Brasil. Desenvolve-se em zonas montanhosas, acima dos 1700 metros de altitude, em zonas abrigadas das florestas.




Cultivo: Esta minha planta é cultivada todo o ano na estufa fria, onde as temperaturas descem, por vezes, até muito perto do zero graus. O ambiente é sombreado, vem ventilado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um pequeno vaso com cerca de 8 cm de diâmetro e um substrato composto por casca de pinheiro média, argila expandida e perlite. Este deve garantir uma excelente capacidade de drenagem.
Rego frequentemente na época de desenvolvimento da planta, de forma a manter o substrato sempre húmido. No Inverno reduzo drasticamente as regas, proporcionando mesmo um período de repouso de cerca de um mês.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas, aplicando apenas metade da dose indicada para cada litro de água. Durante todo o Inverno suspendo as fertilizações.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

domingo, 2 de julho de 2017

Cattleya x frankeana

A Cattleya x frankeana é um magnífico híbrido natural entre a Cattleya schilleriana e a Cattleya velutina. Além da sua beleza, o maravilhoso e intenso perfume acrescenta-lhe uma mais valia que justifica plenamente o seu cultivo.
É uma planta de médio porte, proveniente do estado do Espírito Santo, no Brasil, onde também se desenvolvem as suas progenitoras.
É uma espécie relativamente fácil de acomodar e de cultivar, com exigências muito semelhantes à grande maioria das espécies deste género.





sexta-feira, 30 de junho de 2017

Vanda roeblingiana

A Vanda roeblingiana é uma espécie de médio porte, fácil de acomodar e de cultivar. É uma planta de crescimento monopodial, com folhas dispostas alternadamente ao longo do caule, recurvadas e lineares oblongas, algo coriáceas. As inflorescências são longas, podendo conter entre 6 a 15 flores de longa duração, algo perfumadas e que se destacam pelas suas formas pouco comuns e exóticas.

Família: Orchidaceae         Género: Vanda         Espécie: roeblingiana

Habitat natural: É uma espécie epífita, que se desenvolve sobre as árvores de médio porte, nas florestas montanhosas e sombrias, em locais acima dos 1500 metros de altitude, na península da Malásia e nas Filipinas.






Cultivo: sendo uma espécie de habitats de altitude, tolera algum frio do nosso Inverno, sem estar exposta a geadas ou temperaturas demasiado baixas.
Esta minha planta é cultivada na estufa temperada, onde as temperaturas, por vezes, descem até aos 10 graus. O ambiente de cultivo é bem sombreado, bem ventilado e com elevado grau de humidade. Está num pequeno cesto de madeira, suspenso, com um substrato à base de casca de pinheiro grossa e argila expandida.
As regas são efetuadas com muita frequência na Primavera, no Verão e parte do Outono, de forma a manter humidade nas raízes, sendo estas bastante mais espaçadas durante o resto do ano.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, com doses de baixa concentração (metade da dose para cada litro de água), duas a três vezes por semana. É sempre preferível aumentar ao número de aplicações e reduzir bastante a concentração do adubo. Durante o Inverno deixo de fertilizar.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Cattleya purpurata var. 'coerulea'

Cattleya purpurata estava, até há bem pouco tempo atrás, integrada no género Laelia. Apesar de controverso para alguns orquidófilos, na sequência de uma recente revisão taxonómica, esta e muitas outras passaram a fazer parte do género Cattleya, que, desta forma, passou a estar mais enriquecido e mais alargado. Polémicas à parte, é uma planta magnífica, com florações excecionais e perfumadas. É uma espécie que apresenta uma grande variabilidade nas cores e padrões, como é o caso desta variedade coerulea, o que torna ainda mais apetecível o seu cultivo.

Família: Orchidaceae      Género:Cattleya     Espécie: purpurata    var. coerulea

Habitat de origem: Espécie epífita, de médio a grande porte, encontrada nas encostas das florestas de algumas regiões do Brasil.




Cultivo: Pode ser cultivada em ambientes temperados, podendo mesmo, em algumas regiões mais amenas do nosso país, estar no exterior o ano todo.
Esta minha planta é cultivada na estufa fria todo o ano, onde as temperaturas em pleno Inverno descem, por vezes, até perto dos zero graus.
Gosta de muita luz, podendo mesmo suportar sol direto. Devemos contudo evitar a exposição nas horas de maior incidência solar. Utilizo vaso médio (10 a 15 cm de diâmetro), com substrato para epífitas de grossa granulometria, à base de casca de pinheiro e argila expandida.
Mantenho-a num ambiente bem ventilado e com elevado teor de humidade, aplicando regas   regulares nas estações mais quentes e secas, reduzindo bastante no Inverno.
Fertilizo duas a  três vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, aplicando apenas metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água. No Inverno suspendo as fertilizações.

sábado, 24 de junho de 2017

Vanda falcata var. 'Dohui'

Esta é uma bonita variedade da Vanda falcata, espécie que, anteriormente, era denominada Neofinetia falcata. Carateriza-se essencialmente pela suas hastes florais ligeiramente mais altas e pelo tom levemente rosado na extremidade das sépalas e no esporão. Contudo, tal como a espécie tipo, mantem um forte e agradável perfume, sobretudo ao cair do dia e durante a noite.

Família: Orchidaceae         Género: Vanda         Espécie: falcata        var. 'Dohui'

Habitat natural: Espécie epífita de crescimento monopodial, tratando de uma planta miniatura, originária de regiões frias do Japão, da Coreia e das ilhas Ryukyu, desenvolvendo-se localmente em habitas sombreados.





Cultivo: Deve, preferencialmente, ser cultivada em pequeno cesto, em substrato para epífitas de média e grossa granulometria, um pouco à semelhança de algumas outras espécies de Vanda. Ambiente temperado, podendo descer até aos 10 graus ou um pouco mais abaixo, durante o Inverno. Aprecia um elevado teor de humidade, local bem ventilado e com boa luminosidade, mas sombreado, sobretudo no Verão.
Programa de regas e fertilizações muito semelhante a todas as vandáceas, sem nunca deixar desidratar a planta.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Paphiopedilum acmodontum

O Paphiopedilum acmodontum é uma espécie de pequeno a médio porte, cujas folhas têm a forma elíptica-oblonga e são marmoreadas, compostas pelos seus belos tons de verde amarelado, misturado com verde mais intenso, o que, por si só, já é uma mais valia para esta espécie. A sua haste floral é composta por uma única flor, bem elevada acima da planta, que se destaca pelo seu belo e singular colorido.

Família: Orchidaceae         Género: Paphiopedilum        Espécie: acmodontum

Habitat natural: Espécie terrestre, endémica das Filipinas,  desenvolvendo-se em florestas quentes e húmidas, até aos 1000 metros de altitude, em locais geralmente sombreados.




Cultivo: É uma das espécies do género Paphiopedilum mais exigentes no que toca a temperaturas. Sendo proveniente de climas quentes e húmidos, não suporta temperaturas baixas, pelo que o seu cultivo deverá ser feito em ambientes cujas temperaturas mínimas não desçam abaixo dos 14 graus, podendo, por períodos não muito prolongados de tempo, suportar temperaturas ligeiramente inferiores (12 graus).
Esta planta é cultivada na minha estufa aquecida, em ambiente bem sombreado, bem arejado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um vaso médio (cerca de 10 cm de diâmetro) e um substrato composto por uma mistura de casca de pinheiro média, argila expandida e perlite. Sempre que este denote sinais de degradação (encharcamentos permanentes...) deverá ser substituído por um novo.
Regas necessárias para manter o substrato sempre ligeiramente húmido, adequando número de regas às diferentes condições climatéricas ao longo do ano.
Utilizo o fertilizante Akerne Rain Mix, com duas aplicações por semana, sempre em doses de baixa concentração. Durante o Inverno deixo de fertilizar.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia