terça-feira, 23 de agosto de 2016

Maxillaria perryae




 
Segunda floração desta magnífica Maxillaria perryae, desde que foi adquirida por mim há dois anos atrás, vinda da empresa Ecuagenera.
É uma planta oriunda do Equador, de florestas altamente quentes e húmidas  , onde se desenvolve como planta epífita, em altitudes entre os 750 e os 1550 metros.
Requer ambientes de cultivo sombreados, com alto teor de humidade e temperaturas quentes o ano todo (nunca abaixo de 10 a 12 graus.).
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia
 

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Cymbidium aloifolium



 
Adquirida como planta ainda jovem e após um desenvolvimento de aproximadamente cinco anos na minha estufa aquecida, eis a primeira floração deste Cymbidium aloifolium. Apenas com uma haste floral, mas com bom desenvolvimento e cerca de duas dezenas de flores delicadas e de um bonito colorido.
 
Família: Orchidaceae         Género: Cymbidium          Espécie: aloifolium
 
Habitat natural: Espécie epífita, ocasionalmente litófila, proveniente de habitats de baixa a média altitude, desde o nível do mar até aos 1100 metros. Desenvolve-se em florestas, em ambientes secos, com árvores de folha perene, caduca e semi caduca. Está distribuída por uma vasta região da Ásia, em países como a China, Índia, Bangladesh, Nepal, Sri Lanka, Birmânia, Tailândia, Laos, Camboja, Vietname, Malásia e Indonésia (Java e Sumatra).
 
Cultivo: Está cultivada na estufa temperada/quente, não suportando temperaturas abaixo dos 10 a 12º e, se possível, sempre acima dos 12º. Ambiente sombreado, com boa luminosidade, elevado teor de humidade e bem ventilado.
Vaso próprio para Cymbidium (estreito e alto), com substrato para epífitas, composto maioritariamente por casca de pinheiro média (1 a 2 cm), cerca de 15% de argila expandida, 5 a 10% de perlite. Poderá também ser adicionada alguma fibra de coco ou cortiça.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, reduzindo drasticamente no Inverno, podendo, nesta altura do ano, secar entre regas por períodos curtos de tempo.
Fertilizo 2 a 3 vezes por semana com Akerne Rain Mix, sempre em doses de baixa concentração (metade do indicado pelo fornecedor). Na parte final do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Calanthe reflexa

 

 
Mais uma floração da Calanthe reflexa, desta feita com 3 hastes florais de boa dimensão. À medida que a planta se vai desenvolvendo, as florações vão sendo mais abundantes.
Esta é uma espécie que se desenvolve de forma terrestre, por vezes litófila, nas florestas de altitudes entre os 1600 e os 3000 metros, em prados húmidos, em zonas rochosas ou na "manta morta" das florestas de carvalhos, em algumas regiões da Índia (Himalaias e Assam) e ainda no Bangladesh, Butão, Nepal, China, Vietname, Tailândia, Japão e Coreia.
Está cultivada em estufa fria, em local com sombra permanente, numa mistura para epífitas e terrestres (terra vegetal colhida debaixo de carvalhos, bastante perlite, argila expandida e alguma casca de pinheiro).

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Stanhopea jenischiana



 
Esta é a época das Stanhopea e esta Stanhopea jenischiana floresceu pela primeira vez no meu orquidário. Flores médias, intensamente coloridas e com perfume agradável. Planta de fácil cultivo, desde que respeitadas algumas condições básicas.
 
Família: Orchidaceae            Género: Stanhopea            Espécie: jenischiana
 
Habitat natural: Espécie de médio porte, epífita, ocasionalmente terrestre, que pode ser encontrada nas regiões montanhosas dos Andes, entre os 800 e os 1500 metros de altitude, em países como a Venezuela, a Colômbia, o Equador e o Perú.
 
Cultivo: Tal como a generalidade das Stanhopea, esta também está cultivada em cesto suspenso, em mistura para epífitas, composta essencialmente por casca de pinheiro média (1 a 2 cm), argila expandida, alguma perlite, fibra de coco e ou cortiça.
Ambiente sombreado, com elevado teor de humidade, bem ventilado, com temperaturas intermédias no Inverno e quentes no Verão.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, nunca deixando secar totalmente entre regas. Evito, contudo, o encharcamento das raízes.
Fertilizo apenas nas estações mais quentes e secas do ano (Primavera, Verão e parte do Outono), sempre com doses de baixa concentração e cerca de 2 vezes por semana (Akerne Rain Mix).
 
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Euchile mariae


 
Apesar de nesta primeira floração ter apenas uma flor, dá para perceber a beleza singular da Euchile mariae. De destacar o belíssimo contraste entre o branco do labelo e o verde das restantes pétalas e sépalas, bem como a suavidade do conjunto.
 
Família: Orchidacae             Género: Euchile           Espécie: mariae
 
Habitat natural: Esta é uma espécie proveniente exclusivamente do Noroeste do México, onde se desenvolve de forma epífita, sobre os carvalhos, em florestas secas e em altitudes entre os 1000 e 1200 metros.
 
Cultivo: Está montada em placa de cortiça. Não é aconselhável o seu cultivo em vaso.
Rego regularmente durante a Primavera e o Verão, de forma a manter a planta sempre hidratada. Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração.
Durante o Inverno necessita de um período de repouso prolongado, altura em que reduzo drasticamente as regas e suspendo sempre as fertilizações.
 
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Cattleya x frankeana (Cattleya velutina x Cattleya schilleriana)

 

 
Este é mais um dos maravilhosos híbridos, resultantes do cruzamento da Cattleya schilleriana com outras suas congéneres. A Cattleya x frankeana é  um híbrido primário resultante de duas magníficas espécies: a Cattleya velutina e a Cattleya schilleriana.
São claramente notórias muitas das caraterísticas destas duas progenitoras, tanto na estrutura e textura das suas flores, como no colorido das sépalas e das pétalas, sobretudo bem marcantes no labelo (bem estendido e desenhado).
O delicioso e intenso perfume foi outro dos pormenores herdado dos seus ascendentes, sendo mais um aspeto considerável  a ter em conta para tentar o seu cultivo.
 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Angraecum magdalenae

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Segunda floração do Angraecum magdalenae no ano de 2016, uma espécie que se adapta bem ao nosso clima e floresce com regularidade.
 
É uma planta nativa do centro de Madagáscar, de habitats que podem oscilar entre os 800 e os 2000 metros de altitude, onde se desenvolve de forma litófila e de crescimento monopodial.
 
Está cultivada em vaso pequeno, com substrato para orquídeas epífitas, em zona com sombra mas bastante luz.
Regas e fertilizações frequentes nas estações mais quentes do ano e com um período de descanso no Inverno. Suspendo as fertilizações durante o Inverno.
Por ser uma espécie de altitude, é uma das poucas espécies deste género que suporta temperaturas frescas no Inverno.
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia