quarta-feira, 22 de março de 2017

Cuitlauzina pulchella





A Cuitlauzina pulchella é mais uma orquídea para climas frios. O seu nome faz jus à sua beleza, sendo uma das mais atraentes do seu género e com a mais valia de ser intensamente perfumada, sobretudo na primeira parte do dia.

Família: Orchidaceae         Género: Cuitlauzina         Espécie: pulchella

Habitat natural: É uma espécie de médio porte, desenvolvendo-se como planta epífita, nas florestas montanhosas no México, na Guatemala, em El salvador, nas Honduras, na Nicarágua e na Costa Rica.

Cultivo: É cultivada o ano todo na estufa fria, onde, por vezes, as temperaturas chegam perto dos zero graus. O ambiente é sombreado mas com boa luminosidade, vem ventilado e com bom grau de humidade.
Está num vaso médio (cerca de 10 a 12 cm), em substrato para epífitas, à base de casca de pinheiro de média granulometria, argila expandida e perlite. Opcionalmente podem ser utilizadas outras componentes no substrato, desde que garantam um excelente arejamento das raízes e boa capacidade de drenagem.
Rego apenas com periodicidade necessária  para manter o substrato ligeiramente húmido, devendo este secar ligeiramente entre regas. No Inverno pode usufruir de um período de repouso, suspendendo as regas na época mais fria e chuvosa.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada pelo fornecedor). Suspendo as fertilizações a partir de meados do Outono até final de Fevereiro.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

domingo, 19 de março de 2017

Maxillaria fractiflexa





Esta é a segunda floração desta Maxillaria fractiflexa adquirida em 2015. É uma planta de médio a grande porte, com flores solitárias, dispostas em hastes eretas, que são extremamente elegantes e com formas exóticas, ultrapassando os 20 cm de envergadura.
 
Família: Orchidaceae         Género: Maxillaria         Espécie: fractiflexa
 
Habitat natural: Espécie epífita oriunda das florestas montanhosas, onde se desnvolve entre os 800 e os 2000 metros de altitude, da Colômbia e do Equador.
 
Cultivo: Está cultivada em vaso médio, com substrato para epífitas, maioritariamente composto por casca de pinheiro de média granulometria ( 1,5 a 2,5 cm), argila expandida e perlite.
Ambiente sombreado o dia todo, alta humidade do ar, boa ventilação e temperaturas intermédias.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, sem nunca encharcar. Fertilizo 2 a 3 vezes por semana (Akerne Rain Mix), na Primavera/Verão e primeira metade do Outono. Reduzo drasticamente as regas no Inverno e suspendo as fertilizações. 
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 16 de março de 2017

Leptotes bicolor




A Leptotes bicolor é uma planta miniatura com flores relativamente grandes, com formas curiosas e de com cores fortemente contrastadas. Floresce regularmente no final do Inverno e ou início da Primavera, formando conjuntos de bonito efeito, quando a planta é já bem adulta.

Família: Orchidaceae        Género: Leptotes        Espécie: bicolor

Habitat natural: Espécie epífita, nativa do Brasil e do Paraguai. Desenvolve-se nas zonas montanhosas de baixa e média altitude, junto à costa, em locais que podem oscilar entre os 500 e os 900 metros.

Cultivo: Eu cultivo duas plantas desta espécie de forma diferente. Uma está num pequeno vaso com mistura para epífitas e a outra montada numa pequena placa de cortiça. Ambas denotam um bom desenvolvimento e florações abundantes.
O ambiente de cultivo deve ser temperado a quente, o ano todo, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Regar de forma a manter o substrato sempre húmido, de forma mais frequente nas estações mais quentes e secas e mais espaçadamente no Inverno. Quando montada, requer maior atenção nas regas, de forma a não deixar desidratar a planta.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana. No Inverno suspendo nas fertilizações.

domingo, 12 de março de 2017

Pleione formosana var. semi-alba 'Cairngorm'




Esta é a primeira espécie a florir das "Pleione de Primavera". É uma variedade semi-alba, muito bonita e delicada, da Pleione formosana, uma planta de pequeno porte, mas com flores bem grandes e vistosas.

Família: Orchidaceae       Género: Pleione      Espécie: formosana      var: semi alba

Habitat natural: Espécie que geralmente se desenvolve de forma terrestre ou litófila, nas orlas das florestas e em locais algo sombrios. É nativa  da Formosa, de habitats cujas altitudes que podem oscilar entre os 1500 e os 2500 metros.

Cultivo: Deve ser cultivada num vaso pequeno, entre os 6 e os 8 cm de largura, num substrato com mistura maioritariamente à base de casca de pinheiro de fina granulometria, algum musgo ou esfagno e perlite. Este deve manter-se sempre húmido na fase de desenvolvimento da planta, sem nunca encharcar, deixando de regar totalmente desde meados do Outono até quase ao fim do Inverno. Voltar a regar a partir do surgimento dos novos brotos/hastes florais.
Fertilizar sempre com doses de baixa concentração, uma a duas vezes por semana, unicamente na fase de desenvolvimento dos novos pseudobulbos.
Manter as plantas em local sombreado e fresco, durante todo o ano. No Inverno devem estar num local seco, evitando qualquer tipo de rega.
É uma espécie ideal para climas frios, suportando temperaturas bastante baixas.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Coelogyne glandulosa




Bem perfumada e de cores suaves, esta Coelogyne glandulosa é uma espécie de fácil cultivo, ideal para estar em pequeno cesto/vaso, suspensa. Floresce com regularidade, estando este ano, pela primeira vez, com duas belas hastes florais.

Família: Orchidaceae             Género: Coelogyne            Espécie: glandulosa

Habitat natural: Planta epífita, por vezes litófila, originária das florestas de média altitude, entre os 1000 e os 1200 metros, do Sul da India.

Cultivo: Está num vaso suspenso, em local sombreado mas com boa luminosidade e bom grau de humidade. Regas e fertilizações regulares na época de desenvolvimento dos novos pseudobulbos, com redução no Inverno. Não é exigente quanto a temperaturas, devemos contudo evitar os frios mais acentuados do Inverno. É ligeiramente mais sensível do que C. cristata.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Cymbidium goeringii v. 'red'




Mais uma bonita variedade do Cymbidium goeringii a florescer na minha estufa fria. O habitat de proveniência é o mesmo de todas as outras variedades desta magnífica espécie, sendo também a forma de cultivo a mesma indicada em publicações anteriores, neste Blog.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Epidendrum capricornu




O Epidendrum capricornu é uma planta de pequeno a médio porte, com caules em forma de cana, muito fácil de acomodar. As suas hastes florais são compostas por diversas flores, pequenas, não perfumadas, mas de um colorido brilhante e intenso. Esta espécie costuma florescer mais do que uma vez por ano, o que a torna ainda mais apetecível para qualquer orquidófilo.

Família: Orchidaceae        Género: Epidendrum        Espécie: capricornu

Habitat natural: Esta é uma espécie que se desenvolve de forma epífita, nas zonas montanhosas do Peru e do Equador, em altitudes que oscilam entre os 1700 e os 2750 metros.

Cultivo: O Epidendrum capricornu é uma orquídea ideal para cultivar em climas frios. Esta minha planta é cultivada na estufa fria, em local sombreado mas com boa luz, com boa ventilação e elevado grau de humidade.
Está num vaso pequeno (cerca de 10 cm de diâmetro), em substrato para epífitas, composto essencialmente por casca de pinheiro de grossa e média granulometria, argila expandida e uma pequena porção de perlite.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, adequando a frequência das regas de acordo com as estações do ano. Fertilizo com o AKERNE RAIN MIX, uma a duas vezes por semana, com doses pouco concentradas. Suspendo as fertilizações durante o Inverno.

 https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia