segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Cattleya loddigesii

A Cattleya loddigesii é uma espécie de médio porte, bifoliada, com pseudobulbos cilíndricos, estreitos e longos, encimados por duas folhas elípticas/oblongas e coriáceas. As suas inflorescências surgem a partir de uma espata que se forma do ápice dos pseudobulbo, no meio das duas folhas, cujas hastes florais são geralmente compostas por duas ou mais flores, cerosas e de longa duração.

Família: Orchidaceae       Género: Cattleya      Espécie: loddigesii

Habitat natural: Espécie que se desenvolve de forma epífita, por vezes litófila, em habitats de baixa altitude, junto à costa, no Estado da Baía - Brasil, no sul da Argentina e no Paraguai.



Cultivo: É cultivada na estufa aquecida, onde a temperatura nunca desce abaixo dos 12 graus, em ambiente sombreado, mas com boa luminosidade, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Está num vaso médio (cerca de 12 cm de diâmetro), num substrato à base de casca de pinheiro grossa (Orchiata) e argila expandida, numa percentagem de 70% para 30%, respetivamente.
Rego apenas o necessário para manter o substrato ligeiramente húmido, deixando secar entre regas, por um curto espaço de tempo. No Inverno reduzo drasticamente as regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas, misturando apenas metade ou menos de metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Rodriguezia venusta

A Rodriguezia venusta é uma planta de pequeno porte, com pseudobulbos ovoides/oblongos, envolvidos por diversas bainhas em forma de folhas e encimados por uma única folha, linear-lanceolada, coriácea e verde escuro. As suas inflorescências são relativamente longas e pendentes, apresentando diversas flores brancas, maculadas de amarelo na base do labelo e perfumadas.

Família: Orchidaceae        Género: Rodriguezia        Espécie: venusta

Habitat natural: É uma espécie epífita, que se desenvolve em  florestas situadas entre os 500 e os 1800 metros de altitude, no Brasil, na Colômbia, no Peru e no Equador.




Cultivo: Deve preferencialmente cultivar-se montada numa pequena placa de cortiça ou de madeira, devido a não suportar as raízes molhadas por longos períodos de tempo.
O ambiente de cultivo deve ser temperado quente, o ano todo, sombreado, com elevado teor de humidade do ar e excelente ventilação.
Se cultivada montada, as regas devem ser frequentes (1 vez ao dia, durante a manhã) nas estações mais quentes e secas do ano e bastante espaçadas durante o Inverno. 
Fertilizo com o Akerne Rain Mix uma a duas vezes por semana, entre o final de Fevereiro e o final de Outubro, sempre com doses pouco concentradas. Suspendo as fertilizações durante o restante período do ano.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Masdevallia veitchiana

A Masdevallia veitchiana é uma espécie de porte considerável, para este género, possuindo inflorescências que sobressaem bem acima da planta, com flores de grande porte e das mais intensamente coloridas entre todas as outras suas congéneres. É uma planta ideal para climas frios.

Família: Orchidaceae       Género: Masdevallia       Espécie: veitchiana

Habitat natural: Esta é uma espécie geralmente terrestre, por vezes litófila, muito raramente epífita, proveniente da região andina de Machu Picchu, no Peru, onde se desenvolve, em espaços abertos,  entre os 2000 e os 4000 metros de altitude.



Cultivo: Está cultivada todo o ano na estufa fria, no local mais fresco e sombreado, de forma a evitar, o mais possível, as altas temperaturas do Verão. O ambiente de cultivo é bem ventilado e com elevado grau de humidade.
Utilizo um vaso pequeno, com cerca de 8 cm de diâmetro, e um substrato à base de casca de pinheiro fina e média ( da ORCHIATA), alguma argila expandida (15%) e alguma perlite (15%). Estes valores são estimados e são apenas indicados como uma referência.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, mas nunca encharcado. O número de regas semanais deve estar sempre de acordo com as condições atmosféricas e climatéricas ao longo do ano.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre em doses pouco concentradas. Metade ou menos de metade da dose indicada pelo fornecedor. Quando utilizados outros adubos, deve sempre ler-se com atenção as informações constantes no rótulo, acerca da sua utilização, respeitando sempre o princípio das doses pouco concentradas. 


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Dendrobium equitans

O Dendrobium equitans é uma espécie de médio porte, apresentando pequeníssimos pseudobulbos seguidos por caules finos e longos, com diversas folhas, dispostas alternadamente ao longo dos mesmos, finas, coriáceas e pontiagudas. As suas inflorescências ´são solitárias, surgindo sequencialmente, com pequenas mas belíssimas flores brancas, maculadas de amarelo nas base do labelo.

Família: Orchidaceae        Género: Dendrobium       Espécie: equitans

Habitat natural: Esta espécie desenvolve-se como planta epífita ou litófila, crescendo geralmente sobre os troncos das árvores, em florestas cujas altitudes podem oscilar entre os 100 e os 600 metros, nas Filipinas e em Taiwan.



Cultivo: É, decididamente, uma planta a cultivar em ambientes temperados/quentes, em locais sombreados mas com boa luminosidade, elevado teor de humidade do ar e boa ventilação.
Esta minha planta está cultivada na estufa aquecida, num pequeno cesto de madeira, suspenso, com substrato para epífitas (casca de pinheiro grossa e argila expandida).
Rego com frequências nos períodos mais quentes e secos do ano, de modo a manter a planta sempre bem hidratada. No Inverno respeito um período de repouso, regando apenas se necessário para a manter hidratada. Se o tempo estiver frio e chuvoso, evitar as regas.
Fertilizo uma a duas vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, sempre com doses pouco concentradas, utilizando apenas metade a um terço da dose indicada pelo fornecedor, por cada litro de água. É sempre preferível reduzir à dose e aumentar ao número de aplicações,  princípio que é válido para a quase generalidade das orquídeas.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Brassavola perrinii

A Brassavola perrinii é uma planta com um porte considerável que necessita de bastante luz para poder florir, caraterizada pelas suas folhas longas, estreitas e eretas, cilíndricas, carnudas e rígidas. As inflorescências são compostas por várias flores, geralmente em número de 3 a 6, sendo levemente perfumadas.

Família: Orchidaceae         Género: Brassavola       Espécie: perrinii

Habita natural: Espécie epífita, que vegeta em habitats bem expostos, em locais que podem oscilar entre os 1980 e os 2580 metros de altitude. É nativa de países como o Brasil, a Bolívia, a Argentina e o Paraguai.




Cultivo: Pode ser cultivada em ambientes temperados/frios, em locais com excelente luminosidade, podendo mesmo apanhar algum sol direto durante uma parte do dia. Requer um elevado grau de humidade do ar e espaços bem ventilados.
A minha planta está montada numa placa de cortiça, sendo regada quase todos os dias nas épocas do ano mais quentes e secas, com redução considerável das mesmas no Inverno.
Fertilizo cerca de duas vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, em doses de baixa concentração. No Inverno e na segunda metade do Outono suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=24213

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Maxillaria scalariformis

Apesar desta Maxillaria scalariformis, na sua primeira floração, ter apenas uma só flor, dá para ver a sua beleza, tanto nas formas singulares e delicadas, como no colorido pouco comum para este magnífico e sempre diversificado género. Espero que, em próximas florações, estas apareçam em maior número, ao longo de cada caule. A planta é também invulgar, com folhas ligeiramente avermelhadas, dispostas alternadamente ao longo de um caule em forma de cana e relativamente fino e ereto.

Família: Orchidaceae       Género: Maxillaria       Espécie: scalariformis

Habitat natural: É uma espécie epífita, endémica do Panamá, desenvolvendo-se em florestas tropicais de baixa e média altitude.



Cultivo: Está a ser cultivada num vaso médio, em substrato composto por uma mistura de casca de pinheiro média, argila expandida e perlite.
O ambiente de cultivo é temperado quente,  moderadamente sombreado (o ano inteiro), com elevado teor de humidade do ar e boa ventilação.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, mas evitando os encharcamentos. Poderá secar, por curtos períodos de tempo, entre regas.
Fertilizo uma a duas vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, com doses pouco concentradas. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações. Opcionalmente, poderão ser utilizados outros adubos disponíveis no mercado, sendo sempre necessário e importante ler as instruções dos respetivos rótulos.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Prosthechea fragrans

A Prosthechea fragrans, contrariamente à ideia que o nome deixa supor, nem é das espécies mais perfumadas deste género. Contudo, compensa com as suas belíssimas hastes florais, compostas por diversas flores não ressupinadas.

Família: Orchidaceae        Género: Prosthechea       Espécie: fragrans

Habitat natural: Espécie epífita, podendo desenvolver-se em planícies das florestas tropicais, assim como em florestas montanhosas até cerca dos 2000 metros de altitude, em vários países da América Central e da América do Sul. É nativa da Jamaica, Cuba, República Dominicana, Haiti, Ilhas Windward, México, Costa Rica, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Panamá, Trinidad & Tobago, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Venezuela, Equador, Peru, Colômbia, Bolívia e Brasil.





Cultivo: É cultivada num vaso médio, com cerca de 12 cm de diâmetro, em substrato para epífitas, de média e grossa granulometria, composto por casca de pinheiro, argila expandida, cortiça e perlite.
Está todo o ano nas estufa temperada quente, em ambiente mediamente sombreado, com elevado teor de humidade do ar e bem ventilado.
Rego apenas o necessário para manter o substrato ligeiramente húmido, sendo conveniente secar entre regas por curto período de tempo. No Inverno regar apenas o estritamente necessário para não deixar desidratar a planta.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre em doses pouco concentradas. Metade da dose de adubo recomendada pelo fornecedor, para cada litro de água. No Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=165829

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Maxillaria uncata

A Maxillaria uncata é uma das plantas mais pequenas deste género e com flores também pequenas mas belíssimas, de finos recortes e cores suaves e invulgares. Esta é uma espécie que floresce várias vezes o longo do ano, aqui no meu espaço.

Família: Orchidaceae        Género: Maxillaria       Espécie: uncata

Habitat natural: Espécie epífita oriunda das florestas quentes e húmidas, com chuvas frequentes e abundantes, de vários países da América do Sul, tais como o Brasil, o Peru, o Equador, a Colômbia, a Venezuela, a Guiana, a Guiana Francesa e o Suriname. Vegeta em altitudes que podem oscilar entre o nível do mar e os 1300 metros.




Cultivo: Está cultivada montada numa pequena placa de cortiça, todo o ano na estufa temperada quente. O ambiente de cultivo é moderadamente sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Nos meses mais quentes e secos do ano rego com frequência, reduzindo consideravelmente o número de regas durante o Inverno, tendo sempre a atenção necessária para não deixar desidratar a planta.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sábado, 21 de outubro de 2017

Cattleya labiata v. "marginata"

Este é uma bonita variedade da Cattleya labiata, destacando-se pelas suas pétalas e sépalas mais arredondadas e pelo seu magnífico labelo de cores intensas e bem marcadas, belissimamente franjado e bordeado a branco. É ricamente perfumada, sobretudo nas horas  de calor mais intenso.

Família: Orchidaceae       Género: Cattleya       Espécie: labiata     v. 'marginata'

Habitat natural: Planta epífita, que se desenvolve em habitats de baixa a média altitude, entre os 600 e os 900 metros, no Brasil e na Venezuela. É uma espécie de médio porte, com pseudobulbos ligeiramente achatados e encimados por uma só folha coriácea, que floresce durante o Outono.




Cultivo: Vaso médio, com substrato para epífitas (casca de pinheiro grossa e argila expandida). Está  na estufa temperada, com temperaturas sempre acima dos 12º, em ambiente bem ventilado, sombreado mas com excelente luminosidade e elevado teor de humidade.
Regas e fertilizações constantes, com redução significativa no Inverno. As fertilizações nunca deverão ter mais de metade da dose indicada nos rótulos ou nas indicações do fabricante. É preferível aumentar o número de aplicações, sempre com doses pouco concentradas. Isto deve aplicar-se à generalidade das orquídeas, mas é  muito importante para o género Cattleya.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Dendrobium taylorii

O Dendrobium taylorii, nome aceite pela World Check List of Selected Plant Families (WCSP), é mais conhecido nos meios orquidófilos pelo nome de Cadetia taylorii. É uma planta miniatura, com belas flores solitárias, de cerca de 1 cm de envergadura, surgindo no final do Verão e no Outono.

Família: Orchidaceae       Género: Dendrobium       Espécie: taylorii

Habitat natural: Planta epífita nativa da Austrália Oriental e da Nova Guiné, onde se desenvolve em florestas tropicais e zonas de mangue, desde o nível do mar até aos 1400 metros de altitude.




Cultivo: É cultivada num pequeno vaso de 8 cm de diâmetro, numa mistura para epífitas, composta por casca de pinheiro média, argila expandida e perlite. Opcionalmente, também pode ser cultivada montada numa pequena placa de cortiça ou de madeira.
O ambiente de cultivo é temperado quente, o ano todo, com sombra moderada, bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar (50 a 70%).
Rego de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, deixando secar  entre regas. No Inverno reduzo drasticamente as regas, deixando um prolongado período de repouso.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=59245

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Cattleya schilleriana v. coerulea

A Cattleya schilleriana v. coerulea é uma belíssima e rara variedade da Cattleya schilleriana, também muito e agradavelmente perfumada, tal e qual  espécie tipo. É uma planta de pequeno porte (das mais pequenas neste género), do grupo das bifoliadas, com flores bem vistosas e com formas muito exóticas, cerosas e de longa duração.

Família: Orchidaceae     Género: Cattleya     Espécie: schilleriana    v. coerulea

Habitat natural: Espécie epífita, geralmente crescendo sobre as galhos/troncos de madeira dura, em faces de penhascos, expostos sobre cursos de água, em altitudes que oscilam entre o nível do mar e os 800 metros.




Cultivo: Cultivo todas as plantas desta espécie de dois modos distintos. Tenho algumas montadas sobre placas de cortiça/madeira e outras em pequenos cestos suspensos. Desenvolvem-se bem e florescem com regularidade de ambas formas. Quando cultivada em cestos, utilizo uma mistura de casca de pinheiro grossa (ORCHIATA) e argila expandida.
O ambiente de cultivo é temperado/quente, bem ventilado, com elevado teor de humidade do ar (entre 50 a 70%), com excelente luminosidade, mas nunca recebendo sol direto.
Rego regularmente nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo drasticamente durante o Inverno. É sempre conveniente que as raízes sequem bem entre regas, por períodos não muito longos.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, com doses de baixa concentração (cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água). Opcionalmente podem ser utilizados outros fertilizantes, sendo necessário, nestes casos, ler muito atentamente as indicações do produtor.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Phragmipedium richteri

O Phragmipedium richteri é tido como um híbrido natural entre o Phragmipedium pearcei e o Phragmipedium boissierianum, sendo aceite como uma espécie pela World Checklist of Selected Plant Families (WCSP)-KEW. É uma espécie belíssima, sendo uma planta de médio porte, relativamente fácil de cultivar em ambientes temperados.

Famíla: Orchidaceae        Género: Phragmipedium       Espécie: richteri

Habitat natural: É uma planta terrestre, de habitats com muita humidade, de média altitude, de algumas florestas do Peru.




Cultivo: Tal como em quase todas as espécies deste género, o substrato deve ter a capacidade de reter bastante humidade, sem contudo encharcar. Utilizo uma mistura de casca de pinheiro fina e média, entre um a dois centímetros de granulometria (65%), argila expandida (20%) e perlite (15%). As percentagens são meramente informativas e podem ser ajustadas de acordo com o critério de cada um. 
Rego de forma a manter o substrato sempre bem húmido, o ano todo, ajustando as regas às necessidades de cada estação.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada por cada litro de água). Podem, contudo, ser utilizados outros fertilizantes, desde que bem balanceados e sempre em doses reduzidas. No Inverno suspendo as fertilizações.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Dendrobium linearifolium

O Dendrobium linearifolium é uma das espécies mais surpreendentes deste magnífico e extenso género asiático. As suas flores são muito pequenas, delicadíssimas, de finos recortes e padrões, que, apesar de tudo, têm uma durabilidade considerável, se comparadas com outras espécies congéneres. É uma planta de médio a grande porte, com um caule basilarmente inchado (pseudobulbos) e que posteriormente se estende por  30 a 40 cm, fino e portador de muitas folhas lineares, obtusas e levemente bilobadas.

Família: Orchidaceae       Género: Dendrobium        Espécie: linearifolium

Habitat natural: Desenvolve-se como planta epífita, em locais bem expostos ao sol, sobre as árvores que crescem ao longo dos caminhos e em atitudes que podem oscilar entre os 700 e os 1800 metros, num vasto território da Indonésia,  mais concretamente nas ilhas de Java, Sumatra e Bali.





Cultivo: É cultivada num pequeno cesto suspenso, em substrato para epífitas (casca de cortiça e casca de pinheiro grossa e argila expandida), que garante uma rápida drenagem da água.
O local recebe excelente luminosidade, mas sem sol direto, é bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Regas frequentes durantes os meses mais quentes e secos do ano, reduzindo estas drasticamente durante o Inverno, altura em as regas devem ser apenas as necessárias para evitar a desidratação  da planta.
Fertilizo com Akerne Rain Mix duas vezes por semana, suspendendo as aplicações durante todo o Inverno.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Gomesa radicans

A Gomesa radicans é uma espécie de pequeno porte, com belíssimas flores miniatura (cerca de 1 centímetro), com pseudobulbos oblongos, tendo no ápice destes duas folhas estreitas e lanceoladas, semelhantes a ervas. As suas inflorescências podem conter diversas pequenas flores, elegantes e finamente recortadas e claramente perfumadas. Floresce, normalmente, no final do Verão e no Outono.

Família: Orchidaceae         Género: Gomesa        Espécie: radicans

Habitat natural: É uma espécie epífita, proveniente de vários estados do Brasil, situados junto à costa. Desenvolve-se em florestas cujas altitudes não ultrapassam os 400 metros.




Cultivo: Está cultivada num pequeno vaso, com 10 centímetros de diâmetro, em substrato para epífitas, composto maioritariamente por casca de pinheiro média e grossa ( cerca de 70%), argila expandida (cerca de 20%) e perlite (cerca de 10%). Opcionalmente, também poderá ser cultivada montada em placa de cortiça ou num pequeno tronco de madeira.
O ambiente de cultivo é mediamente sombreado, bem ventilado, com elevado teor de humidade, sendo aquecido durante o Inverno. Nesta estação do ano, mantenho as temperaturas sempre acima dos 12 graus, mesmo nas noite mais frias.
Rego de forma a manter o substrato levemente  húmido, podendo secar ligeiramente entre regas. Não suporta substratos encharcados, nem raízes molhadas por muito tempo.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas (metade da dose indicada pelo fornecedor).´Este princípio é válido para qualquer outro fertilizante que estejamos a utilizar.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

http://wcsp.science.kew.org/qsearch.do