terça-feira, 25 de abril de 2017

Sarcochilus falcatus





O Sarcochilus falcatus é uma planta quase miniatura com belas hastes florais, compostas por diversas flores, agradavelmente perfumadas. Tal como as Vanda, com as quais é relacionada, apresenta um crescimento monopodial.

Família: Orchidaceae         Género: Sarcochilus        Espécie: falcatus

Habitat natural: Espécie que se pode desenvolver de forma epífita ou litófila, nos Estados de Queensland, New South Wales e Vitória, pertencentes à Austrália, em florestas húmidas e sombrias, situadas em altitudes entre os 100 e os 1400 metros.

Cultivo: Estou a cultivar esta maravilhosa espécie montada uma pequeno troco de madeira, na estufa aquecida, em local bem sombreado, com elevado grau de humidade e boa ventilação. Opcionalmente, pode ser cultivada num pequeno cesto, em casca de pinheiro grossa, argila expandida e alguma perlite.
Como a cultivo montada, rego-a quase diariamente e com abundância nas estações mais quentes e secas do ano e uma a duas vezes por semana no Inverno, de acordo com as condições de humidade do ar. Se cultivada em vaso ou cesto não necessita de regas tão frequentes.
Fertilizo, em média, duas vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, sempre em doses de baixa concentração (cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor). No Inverno deixo de aplicar fertilizações. Para quem a cultiva em ambientes mais secos, poderá continuar as aplicações nesta época do ano.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sábado, 22 de abril de 2017

Maxillaria coccinea





A Maxillaria coccinea é uma espécie de pequeno porte, de crescimento cespitoso, com flores miniatura (1cm) e intensamente coloridas. Embora cada flor em particular seja difícil de observar nos seus pormenores, a abundância e a exuberância da floração atrai as atenções, formando um belíssimo conjunto.

Família: Orchidaceae        Género: Maxillaria        Espécie: coccinea

Habitat natural: Esta é uma espécie epífita oriunda de algumas ilhas das Caraíbas, tais como a República Dominicana,  as ilhas Windward e Leeward, Puerto Rico e Trinidad & Tobago. Desenvolve-se ainda em habitats da Colômbia, da Venezuela e do Brasil, em florestas de baixa e média altitude, entre os 500 e os 1000 metros.

Cultivo: É cultivada todo o ano na estufa aquecida, em vaso médio e num substrato composto por uma mistura para epífitas, de média granulometria, essencialmente composto por casca de pinheiro, argila expandida e perlite.
No ambiente de cultivo as temperaturas nunca descem abaixo do 12 a 14 graus e é proporcionado um local sombreado, nunca apanhando sol direto,  com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, durante as estações mais quentes e secas. Durante o Inverno as regas são bastante espaçadas, para não encharcar o substrato.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 12 de abril de 2017

Maxillaria miniata





A Maxillaria miniata é um planta de grande porte com flores miniatura, mas de pormenores deliciosos e delicados. Demorou a adaptar-se ao meu ambiente e esperei alguns anos até poder ver esta primeira floração que, embora tímida, demonstrou claramente ser mais uma joia da natureza.

Família: Orchidaceae         Género: Maxillaria        Espécie: miniata

Habitat natural: Esta é uma espécie que se desenvolve preferencialmente de forma epífita, podendo também manifestar-se como planta terrestre, crescendo sobre o húmus das florestas. É proveniente de habitats de altitudes elevadas, normalmente entre os 2000 e os 2800 metros, esporadicamente em locais ligeiramente mais baixos, podendo ser observada na Venezuela, no Brasil, no Equador e na Colômbia.

Cultivo: Esta é mais uma Maxillaria ideal para ambientes frios. A minha planta é cultivada todo o ano na estufa fria, onde as temperaturas descem até próximo dos zero graus. De evitar, contudo, situações de geadas. O ambiente é sombreado o ano todo, com bom grau de humidade e excelente ventilação.
O vaso utilizado tem cerca de 15 cm de diâmetro e com um substrato composto por uma mistura para epífitas (casca de pinheiro média, argila expandida e perlite).
Rego o necessário de forma a manter o substrato sempre húmido. Evitar situações de seca prolongada (mais de 1 a 2 dias), sobretudo nas estações mais quentes e secas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana,  sempre com doses de baixa concentração (cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor). Como faço com a generalidade das orquídeas, durante o Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Calanthe graciliflora




A Calanthe graciliflora, tal como o nome o faz indicar, destaca-se pela graciosidade, delicadeza e elegância das suas flores que, embora sendo individualmente de pequeno porte, são numerosamente dispostas numa  haste em espiga, com cerca de 40 a 50 cm de altura.

Família: Orchidaceae       Género: Calanthe       Espécie: graciliflora

Habitat natural: Esta é uma espécie terrestre proveniente de várias províncias da China, de Hong Kong, de Taiwan e do Japão. No seu estado natural, desenvolve-se no solo das florestas sombrias e húmidas, ou ao logo das ravinas, entre os 600 e os 2400 metros de altitude.

Cultivo: Esta é mais uma planta ideal para climas frios. É cultivada todo o ano na minha estufa fria, onde, por vezes, no Inverno, as temperaturas descem até perto dos zero graus. Está no local mais sombrio mas com boa ventilação e bom grau de humidade.
Utilizo um vaso médio, com cerca de 15 cm de diâmetro, com uma mistura para terrestres, composta por casca de pinheiro fina e média, argila expandida, perlite e restos de galhos e folhas em decomposição (de preferência provenientes de árvores não resinosas).
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, o ano todo, sendo estas frequentes nas estações mais quentes e secas e mais espaçadas no Inverno.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, com doses de baixa concentração, uma a duas vezes por semana. No Inverno deixo de fertilizar.
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Phalaenopsis lobbii




A Phalaenopsis lobbii é uma planta miniatura, ideal para que tem falta de espaço, que surpreende pelas magníficas florações, com formas e cores pouco comuns neste género.

Família: Orchidaceae        Género: Phalaenopsis        Espécie: lobbii

Habitat natural: Espécie epífita que vegeta sobre árvores velhas, cobertas de musgo, em florestas mistas, de baixa a média altitude, entre os 350 e os 1200 metros. É nativa do Vietname, da Índia, da Birmânia e do Butão.

Cultivo: Esta planta está montada numa pequena placa de cortiça e é cultivada o ano todo na estufa aquecida, em lugar bem sombreado, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Rego com frequência nas estações mais quentes e secas, de forma a manter as raízes húmidas, podendo secar ligeiramente entre regas. No Inverno reduzo consideravelmente as regas.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, com doses de baixa concentração, deixando de fertilizar durante parte do Outono e todo o Inverno.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 29 de março de 2017

Bulbophyllum picturatum





O Bulbophyllum picturatum é uma espécie de pequeno a médio porte, com hastes florais encimadas por diversas flores dispostas em leque e agradavelmente perfumadas, contrariamente à maioria das espécies deste numeroso género.

Família: Orchidaceae         Género: Bulbophyllum          Espécie: picturatum

Habitat natural: Espécie proveniente dos habitats naturais da Birmânia, da Tailândia,  do Vietname e do estado de Assam, na Índia. É uma planta que cresce de forma epífita, sobre as árvores de folha caduca, ou mesmo no chão, em florestas cujas altitudes podem oscilar entre os 900 e os 1550 metros.

Cultivo: É cultivada o ano todo na estufa temperada - quente, em local bem sombreado, bem ventilado e com elevado grau de humidade. Contudo, esta espécie poderá suportar temperaturas mínimas de até cerca de 7 a 8 graus.
Está num vaso médio (cerca de 10 cm de diâmetro), com substrato à base de uma mistura de casca de pinheiro média, argila expandida, perlite e fibra de coco.
Regar de forma a manter o substrato sempre húmido, aumentado a frequência das regas na Primavera e Verão.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, cerca de duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor). No Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 22 de março de 2017

Cuitlauzina pulchella





A Cuitlauzina pulchella é mais uma orquídea para climas frios. O seu nome faz jus à sua beleza, sendo uma das mais atraentes do seu género e com a mais valia de ser intensamente perfumada, sobretudo na primeira parte do dia.

Família: Orchidaceae         Género: Cuitlauzina         Espécie: pulchella

Habitat natural: É uma espécie de médio porte, desenvolvendo-se como planta epífita, nas florestas montanhosas no México, na Guatemala, em El salvador, nas Honduras, na Nicarágua e na Costa Rica.

Cultivo: É cultivada o ano todo na estufa fria, onde, por vezes, as temperaturas chegam perto dos zero graus. O ambiente é sombreado mas com boa luminosidade, vem ventilado e com bom grau de humidade.
Está num vaso médio (cerca de 10 a 12 cm), em substrato para epífitas, à base de casca de pinheiro de média granulometria, argila expandida e perlite. Opcionalmente podem ser utilizadas outras componentes no substrato, desde que garantam um excelente arejamento das raízes e boa capacidade de drenagem.
Rego apenas com periodicidade necessária  para manter o substrato ligeiramente húmido, devendo este secar ligeiramente entre regas. No Inverno pode usufruir de um período de repouso, suspendendo as regas na época mais fria e chuvosa.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada pelo fornecedor). Suspendo as fertilizações a partir de meados do Outono até final de Fevereiro.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

domingo, 19 de março de 2017

Maxillaria fractiflexa





Esta é a segunda floração desta Maxillaria fractiflexa adquirida em 2015. É uma planta de médio a grande porte, com flores solitárias, dispostas em hastes eretas, que são extremamente elegantes e com formas exóticas, ultrapassando os 20 cm de envergadura.
 
Família: Orchidaceae         Género: Maxillaria         Espécie: fractiflexa
 
Habitat natural: Espécie epífita oriunda das florestas montanhosas, onde se desnvolve entre os 800 e os 2000 metros de altitude, da Colômbia e do Equador.
 
Cultivo: Está cultivada em vaso médio, com substrato para epífitas, maioritariamente composto por casca de pinheiro de média granulometria ( 1,5 a 2,5 cm), argila expandida e perlite.
Ambiente sombreado o dia todo, alta humidade do ar, boa ventilação e temperaturas intermédias.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, sem nunca encharcar. Fertilizo 2 a 3 vezes por semana (Akerne Rain Mix), na Primavera/Verão e primeira metade do Outono. Reduzo drasticamente as regas no Inverno e suspendo as fertilizações. 
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 16 de março de 2017

Leptotes bicolor




A Leptotes bicolor é uma planta miniatura com flores relativamente grandes, com formas curiosas e de com cores fortemente contrastadas. Floresce regularmente no final do Inverno e ou início da Primavera, formando conjuntos de bonito efeito, quando a planta é já bem adulta.

Família: Orchidaceae        Género: Leptotes        Espécie: bicolor

Habitat natural: Espécie epífita, nativa do Brasil e do Paraguai. Desenvolve-se nas zonas montanhosas de baixa e média altitude, junto à costa, em locais que podem oscilar entre os 500 e os 900 metros.

Cultivo: Eu cultivo duas plantas desta espécie de forma diferente. Uma está num pequeno vaso com mistura para epífitas e a outra montada numa pequena placa de cortiça. Ambas denotam um bom desenvolvimento e florações abundantes.
O ambiente de cultivo deve ser temperado a quente, o ano todo, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Regar de forma a manter o substrato sempre húmido, de forma mais frequente nas estações mais quentes e secas e mais espaçadamente no Inverno. Quando montada, requer maior atenção nas regas, de forma a não deixar desidratar a planta.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana. No Inverno suspendo nas fertilizações.

domingo, 12 de março de 2017

Pleione formosana var. semi-alba 'Cairngorm'




Esta é a primeira espécie a florir das "Pleione de Primavera". É uma variedade semi-alba, muito bonita e delicada, da Pleione formosana, uma planta de pequeno porte, mas com flores bem grandes e vistosas.

Família: Orchidaceae       Género: Pleione      Espécie: formosana      var: semi alba

Habitat natural: Espécie que geralmente se desenvolve de forma terrestre ou litófila, nas orlas das florestas e em locais algo sombrios. É nativa  da Formosa, de habitats cujas altitudes que podem oscilar entre os 1500 e os 2500 metros.

Cultivo: Deve ser cultivada num vaso pequeno, entre os 6 e os 8 cm de largura, num substrato com mistura maioritariamente à base de casca de pinheiro de fina granulometria, algum musgo ou esfagno e perlite. Este deve manter-se sempre húmido na fase de desenvolvimento da planta, sem nunca encharcar, deixando de regar totalmente desde meados do Outono até quase ao fim do Inverno. Voltar a regar a partir do surgimento dos novos brotos/hastes florais.
Fertilizar sempre com doses de baixa concentração, uma a duas vezes por semana, unicamente na fase de desenvolvimento dos novos pseudobulbos.
Manter as plantas em local sombreado e fresco, durante todo o ano. No Inverno devem estar num local seco, evitando qualquer tipo de rega.
É uma espécie ideal para climas frios, suportando temperaturas bastante baixas.

quarta-feira, 8 de março de 2017

Coelogyne glandulosa




Bem perfumada e de cores suaves, esta Coelogyne glandulosa é uma espécie de fácil cultivo, ideal para estar em pequeno cesto/vaso, suspensa. Floresce com regularidade, estando este ano, pela primeira vez, com duas belas hastes florais.

Família: Orchidaceae             Género: Coelogyne            Espécie: glandulosa

Habitat natural: Planta epífita, por vezes litófila, originária das florestas de média altitude, entre os 1000 e os 1200 metros, do Sul da India.

Cultivo: Está num vaso suspenso, em local sombreado mas com boa luminosidade e bom grau de humidade. Regas e fertilizações regulares na época de desenvolvimento dos novos pseudobulbos, com redução no Inverno. Não é exigente quanto a temperaturas, devemos contudo evitar os frios mais acentuados do Inverno. É ligeiramente mais sensível do que C. cristata.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017

Cymbidium goeringii v. 'red'




Mais uma bonita variedade do Cymbidium goeringii a florescer na minha estufa fria. O habitat de proveniência é o mesmo de todas as outras variedades desta magnífica espécie, sendo também a forma de cultivo a mesma indicada em publicações anteriores, neste Blog.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Epidendrum capricornu




O Epidendrum capricornu é uma planta de pequeno a médio porte, com caules em forma de cana, muito fácil de acomodar. As suas hastes florais são compostas por diversas flores, pequenas, não perfumadas, mas de um colorido brilhante e intenso. Esta espécie costuma florescer mais do que uma vez por ano, o que a torna ainda mais apetecível para qualquer orquidófilo.

Família: Orchidaceae        Género: Epidendrum        Espécie: capricornu

Habitat natural: Esta é uma espécie que se desenvolve de forma epífita, nas zonas montanhosas do Peru e do Equador, em altitudes que oscilam entre os 1700 e os 2750 metros.

Cultivo: O Epidendrum capricornu é uma orquídea ideal para cultivar em climas frios. Esta minha planta é cultivada na estufa fria, em local sombreado mas com boa luz, com boa ventilação e elevado grau de humidade.
Está num vaso pequeno (cerca de 10 cm de diâmetro), em substrato para epífitas, composto essencialmente por casca de pinheiro de grossa e média granulometria, argila expandida e uma pequena porção de perlite.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, adequando a frequência das regas de acordo com as estações do ano. Fertilizo com o AKERNE RAIN MIX, uma a duas vezes por semana, com doses pouco concentradas. Suspendo as fertilizações durante o Inverno.

 https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia