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domingo, 17 de agosto de 2025

Cattleya violacea f. semi alba

A Cattleya violacea é uma espécie bifoliada, de médio porte, que se distribui por uma vasta zona da América do Sul, em países como o Brasil, a Bolívia, o Peru, o Equador, a Colômbia, a Venezuela e as Guianas. Desenvolve-se em florestas de baixa altitude, entre os 200 e os 700 metros, como planta epífita.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, em local com excelente luminosidade, sem sol direto, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. É uma planta mais exigente em temperaturas (calor) e luminosidade, do que a maioria das espécies deste género. 

Como esta planta está montada, rego diariamente nas estações mais quentes e secas do ano, espaçando muito mais o número de regas durante o Inverno. Fertilizo duas a três vezes por semana com o Akerne's Rain Mix, com apenas metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água.



Referências bibliográficas:

Cattleya violacea (Kunth) Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science


quarta-feira, 28 de maio de 2025

Cattleya schilleriana var. albescens

A Cattleya schilleriana var. albescens é uma variedade rara desta magnífica espécie bifoliada e de pequeno porte, nativa no Estado do Espírito Santo, no Brasil,  onde se desenvolve como planta epífita, em habitats de baixa e média altitude, desde o nível do mar até cerca dos 800 metros.



segunda-feira, 5 de junho de 2023

Cattleya aclandiae v. albescens

A Cattleya aclandiae v. albescens é uma espécie de pequeno porte, desenvolvendo-se como planta epífita, em zonas de baixa altitude, no Estado da Baía, no Brasil. Normalmente floresce durante a Primavera e o Verão, com flores muito perfumadas e de longa duração.

Preferencialmente, deve ser cultivada montada ou num pequeno cesto suspenso. As restantes condições de cultivo são relativamente semelhantes à maioria das espécies deste género, necessitando esta espécie de período de descanso mais prolongado durante o Inverno, regando o menos possível.



Referências bibliográficas:

Cattleya aclandiae | Plants of the World Online | Kew Science

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

sexta-feira, 28 de abril de 2023

Cattleya intermedia var. semi alba

A Cattleya intermedia var. semi alba é uma bonita variante desta espécie, nativa nas zonas costeiras do Uruguai, da Argentina e ainda dos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, no Brasil, desenvolvendo-se em florestas de média e baixa altitude.



segunda-feira, 9 de maio de 2022

Cattleya warneri var. semialba

A Cattleya warneri é uma espécie epífita, unifoliada e de médio porte, que se desenvolve, no seu estado natural, nos Estados de Minas Gerais e do Espírito Santo, no Brasil. O seu habitat distribui-se por florestas cujas altitudes se situam entre os 400 e 900 metros.

Cultivo esta planta montada numa placa de cortiça, na estufa temperada quente, em ambiente com boa luminosidade, mas sem sol direto, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. Como é cultivada montada, nos meses mais quentes e secos do ano rego quase diariamente, espaçando mais a regas quando o tempo for chuvoso. Fertilizo 2 a 3 vezes por semana, reduzindo consideravelmente o número de aplicações durante o Inverno.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

World Checklist of Selected Plant Families: Royal Botanic Gardens, Kew

sexta-feira, 8 de abril de 2022

Cattleya lueddemanniana

A Cattleya lueddemanniana é uma espécie epífita, unifoliada, de médio porte, endémica no litoral norte da Venezuela, vegetando em colinas de baixa altitude, desde o nível do mar até os 500 metros, em ambientes quentes e húmidos. As suas hastes florais são, geralmente, compostas por poucas flores bem perfumadas.

É uma planta que eu cultivo em ambiente temperado quente, com boa luminosidade, ventilação e elevado teor de humidade relativa. Se cultivada montada, como este exemplar, requer regas mais frequentes, sobretudo nas estações do ano mais quentes e secas. Utilizo fertilizante (Akerne's Rain Mix) em quase todas as regas, sempre com apenas metade da dose indicada pelo fornecedor.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

World Checklist of Selected Plant Families: Royal Botanic Gardens, Kew

sexta-feira, 17 de dezembro de 2021

Cattleya cernua

Com a apresentação desta bela Cattleya cernua, venho desejar a todos um Feliz Natal e um ano de 2022 com muita saúde e bem estar.



sábado, 10 de abril de 2021

Cattleya lueddemanniana var. coerulea

A Cattleya lueddemanniana é uma espécie endémica da Venezuela, sendo uma planta de médio porte e unifoliada. Desenvolve-se  de forma epífita, em zonas costeiras de baixa altitude, dos 0 aos 500 m, no norte deste país.

É cultivada montada num tronco de madeira, na estufa temperada quente, sempre exposta a boa luminosidade. O ambiente de cultivo possui ainda um elevado teor de humidade relativa (60 a 70%) e constante ventilação. Não deverá estar sujeita a temperaturas abaixo dos 12 a 14 graus, mesmo nos períodos mais frios do Inverno.

O número de regas deve ser adequado às condições meteorológicas, ao longo do ano, mais espaçadas durante o Inverno e muito mais frequentes nas estações mais quentes e secas, de forma a manter a planta sempre hidratada. Fertilizo duas a três vezes por semana, com o Akerne's Rain Mix, aplicando doses de baixa concentração. Durante o Inverno deixo de fertilizar.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

World Checklist of Selected Plant Families: Royal Botanic Gardens, Kew

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Cattleya walkeriana 'Dayane Wenzel x Pink Smiles'

Esta é a primeira floração desta Cattleya walkeriana 'Dayane Wenzel x Pink Smiles', adquirida à Florália, numa exposição de Lisboa, em 2016. Considero um bom exemplar desta magnífica espécie, de floração invernal. É cultivada montada num pedaço de madeira, nas mesmas condições da generalidade das outras espécies deste género.



domingo, 25 de outubro de 2020

Cattleya Landate

A Cattleya Landate é um híbrido primário entre as espécies Cattleya aclandiae e a Cattleya guttata, cujo cruzamento data já de 1966 e sendo atribuído a Rod McLellan. Trata-se já da segunda floração deste meu exemplar, em 2020, mantendo a beleza e as caraterísticas das suas "progenitoras", sendo uma planta de tamanho médio, de fácil acomodação. Adapta-se bem às mesma condições de cultivo da generalidade das espécies deste género, tanto no que toca a luminosidade, como ao teor de humidade relativa e ao número de regas e fertilização.



segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Cattleya praestans

A Cattleya praestans é uma planta miniatura/pequeno porte, de pseudobulbos alongados e com uma única folha apical, oblongo lanceolada e algo coriácea. As suas inflorescências podem ter uma a duas flores, de tamanho considerável, comparativamente com o porte da planta.

É uma espécie nativa dos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, no Brasil, onde vegeta como planta epífita, em florestas cujas altitudes podem oscilar entre os 700 e os 900 metros.

Cultivo esta planta montada num pequeno pedaço de madeira, na estufa temperada quente, em local com sombra parcial, mas com luminosidade intensa, O ambiente de cultivo possui boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. 

Durante as estações mais quentes e secas do ano rego 3 a 4 vezes por semana, reduzindo drasticamente nos períodos mais frios e chuvosos. Para quem a cultiva em vaso o número de regas deverá ser claramente inferior. Logo desde o início da Primavera e até meados do Outono, aplico 2 a 3 vezes por semana o fertilizante Akerne's Rain Mix, sempre com doses de baixa concentração, apenas metade das gramas aconselhadas para cada litro de água. Durante o resto do ano suspendo as fertilizações.



Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/laelpraestans.htm

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=374631

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

Cattleya pumila

A Cattleya pumila, ex Laelia pumila, é uma espécie miniatura, unifoliada, com pseudobulbos alongados e ovoides, cujas inflorescências podem ter uma a duas flores de porte considerável, para o tamanho da planta. É uma espécie epífita, que se desenvolve em florestas algo sombrias e húmidas, de baixa e média altitude, entre os 600 e os 1300 metros, no Brasil.

Cultivo esta planta montada numa placa de cortiça, na estufa temperada quente, em local medianamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. 

Durante as estações mais quentes e secas do ano rego com frequência, de forma a manter a planta sempre bem hidratada. Durante os períodos mais frios e chuvosos rego muito espaçadamente. Ao longo da maior parte do ano aplico como fertilizante o Akerne's Rain Mix, com doses de baixa concentração, apenas metade do aconselhado, por cada litro de água. Durante s segunda metade do Outono e  o Inverno suspendo todas as fertilizações.



Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/laeliapumila.htm

https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Cattleya maxima f. alba

A Cattleya maxima f. alba é uma variedade pouco comum desta espécie unifoliada, sendo uma planta ligeiramente mais pequena do que a espécie tipo. É nativa das florestas de baixa e média altitude, do Equador, da Colômbia, do Peru e da Venezuela.

É cultivada montada numa pequena placa de cortiça, na estufa temperada quente, em local com excelente luminosidade, mas sempre com sombra parcial. O ambiente de cultivo possui elevado teor de humidade relativa e boa ventilação.

Rego com frequência nas estações mais quentes e secas do ano (3 a 4 vezes por semana), espaçando consideravelmente o número de regas nas estações frias e chuvosas. Se cultivada em vaso o número de regas deverá ser inferior.

Fertilizo com o Akerne´s Rain Mix, duas a três vezes por semana, aplicando apenas cerca de metade da dose aconselhada no rótulo, por cada litro de água. Durante o Inverno suspendo as fertilizações, retomando logo no início da Primavera.




Referências bibliográficas: 

http://orchidspecies.com/catleyamaxima.htm

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=36026

segunda-feira, 17 de agosto de 2020

Cattleya bicalhoi

 A Cattleya bicalhoi, mais conhecida no mundo orquidófilo pelo sinónimo Laelia dayana, é uma espécie de pequeno porte, com pseudobulbos cilíndricos e uma folha apical carnuda, ovalada lanceolada. As suas inflorescências surgem, normalmente, durante o Verão ou no início do Outono, com uma única flor cada uma, de 4 a 5 cm de envergadura, onde se destaca um belíssimo labelo, grande e finamente estriado.

É uma espécie de desenvolvimento epífito, sobre árvores cobertas de líquenes, em habitas de florestas montanhosas, entre os 500 e os 2000 metros de altitude, nas Montanhas dos Órgãos, perto do Rio de Janeiro, no Brasil.

É uma planta que deve ser cultivada preferencialmente montada numa placa de cortiça ou de madeira, em ambiente temperado, com com excelente luminosidade, mas sem sol direto. O ambiente de cultivo deve ainda possuir boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. 

Como as cultivo montada, rego frequentemente desde o início da Primavera, até meados do Outono. Durante o Inverno necessita de um prolongado período de descanso, limitando as regas ao mínimo possível, para assim podermos ter florações regulares.

Também desde o início da Primavera e até medos do Outono, fertilizo 2 a 3 vezes por semana, com o fertilizante Akerne's Rain Mix, sempre com cerca de metade da dose aconselhada nas instruções, em gramas, por cada litro de água. Durante o Inverno suspendo todas as aplicações de fertilizante.



Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/laeliadayana.htm

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=374632

terça-feira, 24 de março de 2020

Cattleya jongheana

A Cattleya jongheana (Ex Laelia jongheana) é uma planta miniatura a médio porte, de pseudobulbos alongados e sulcados, com uma única folha apical, oblonga elíptica e carnuda. As suas inflorescências surgem no final do Inverno e na Primavera, sendo compostas por uma a duas flores de grande dimensão, proporcionalmente ao tamanho da planta.

Família: Orchidaceae          Género: Cattleya         Espécie: jongheana

Habitat natural: Esta é uma planta que se desenvolve de forma epífita, sendo endémica do Estado de Minas Gerais, no Brasil, surgindo em pequenas florestas, cujas altitudes podem oscilar entre os 1300 e os 1600 metros.




Cultivo: Está cultivada montada num pedaço de madeira (vinha), em ambiente temperado, com excelente luminosidade, mas sem sol direto, boa ventilação e elevado teor de humidade relativa (entre os 60 e os 70%). 
Rego frequentemente nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo drasticamente durante o Inverno, sobretudo se o tempo for frio e chuvoso.
Começo as fertilizações a partir da fase final do Inverno, até medos do Outono, aplicando o Akerne Rain Mix, em média duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (apenas metade da dose indicado no rótulo, por cada litro de água). Durante o resto do ano, suspendo totalmente as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/laeljongheana.htm
https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

quarta-feira, 8 de janeiro de 2020

Cattleya walkeriana 'Superior x s/a Chapeuzinho Vermelho'

A Cattleya walkeriana 'Superior x s/a Chapeuzinho Vermelho' é uma bela variedade desta espécie tão cultivada em todo o mundo, que se distingue pelas suas caraterísticas morfológicas tão peculiares e pelo seu incrível perfume.. 
É uma planta de pequeno porte, nativa do Brasil, onde se desenvolve de forma epífita, sobre árvores de grande porte, em habitats cujas altitudes podem ir até aos 2000 metros.



segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Cattleya percivaliana v. semi-alba 'Carache'

Esta é a primeira floração desta minha planta da Cattleya percivaliana v. semi-alba 'Carache'. Apesar de não ser uma boa floração, no que toca à forma e à quantidade de flores, dá para perceber bem o seu potencial e a sua beleza.
É uma espécie nativa da Venezuela e da Colômbia, de florestas cujas altitudes se situam entre os 1300 e os 2000 metros, desenvolvendo-se maioritariamente de forma litófila e por vezes como epífita, sempre em locais bem expostos ao sol.
Floresce sempre em pleno Inverno e, devido à sua proveniência ser de habitats de altitude considerável, é ideal para ser cultivada em ambientes mais frios do que a maioria das espécies do seu género. As restantes exigências de cultivo são semelhantes a todas as outras, destacando-se a necessidade de excelente luminosidade, elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. 




Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/catperci.htm
https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=36062