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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Cattleya Pearlouis (Cattleya bicolor x Cattleya coccinea)

A Cattleya Pearlouis L.C.Muller (Cattleya bicolor x Cattleya coccinea) é um belo híbrido primário, registado em 1975 (RHS), sendo uma planta de pequeno porte com flores grandes e intensamente coloridas, factores "herdados" em maior percentagem de um dos seus progenitores; a Cattleya coccinea.
É uma planta ideal para ser cultivada em pequenos cestos suspensos, em locais bem ventilados, ligeiramente sombreados (mas com boa luminosidade), temperaturas intermédias (entre os 10 e os 30 graus) e elevado teor de humidade relativa do ar. É uma orquídea de fácil e rápido desenvolvimento e de fácil e abundante floração.



segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Cattleya dormaniana

Cattleya dormaniana é uma espécie de pequeno a médio porte, com pseudobulbos alongados, estreitos,  cilíndricos,  encimados por duas folhas elipsoides. As suas inflorescências surgem no Outono, sendo geralmente compostas por uma flor, ocasionalmente por duas ou três. As suas flores atingem, normalmente, os 8 cm, sendo belamente coloridas e  de formas pouco comuns para este género.

Família: Orchidaceae        Género: Cattleya        Espécie: dormaniana

Habitat natural: Espécie que se desenvolve de forma epífita, na Serra dos Órgãos - Rio de Janeiro, Brasil, em habitats algo nebulosos e bastante húmidos,  em altitudes que podem oscilar entre os 600 e os 1000 metros.




Cultivo: Está cultivada montada numa placa de cortiça, estando todo o ano nas estufa aquecida, em local com excelente luminosidade, boa ventilação e elevado teor de humidade relativa do ar. Esta espécie, para poder florir, requer temperaturas um pouco mais elevadas que as restantes e muita luminosidade.
Rego com frequência nas estações mais quentes e secas do ano, cerca de 4 vezes por semana, reduzindo drasticamente no Inverno, altura em que rego apenas para não deixar desidratar a planta. Sendo cultivada em vaso não necessitará desta frequência de regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (apenas metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água). Durante a segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/cattdormaniana.htm

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=35884

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

Cattleya labiata var. roxo-bispo 'Urbano'

A Cattleya labiata var. roxo-bispo 'Urbano' é uma belíssima e rara variedade desta magnífica espécie, encontrada há cerca de oitenta anos, no seu estado natural. Na altura foram encontradas muito poucas plantas, desta variante,  nas matas do Estado de Pernambuco, no Brasil. Carateriza-se essencialmente pela boa forma das suas flores e ainda pelas cores pouco comuns e delicadas. É uma planta de médio porte, unifoliada, de pseudobulbos ligeiramente achatados, que floresce no final do Verão e Outono.

Família: Orchidaceae    Género: Cattleya    Espécie: labiata   var. roxo-bispo 'Urbano'

Habitat natural: Planta que apresenta uma forma de desenvolvimento epífito, que se manifesta em habitas de baixa a média altitude, quentes e húmidos, entre os 600 e os 900 metros, nalguns locais do nordeste do Brasil. 




Cultivo: Cultivo em vaso médio, utilizando um substrato composto maioritariamente por casca de pinheiro grossa e cerca de 30% de argila expandida.
Está todo o ano na estufa aquecida, onde as temperaturas, mesmo em pleno Inverno, nunca descem abaixo dos 12 a 14 graus. O ambiente é ligeiramente sombreado mas com excelente luminosidade, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa do ar.
Na fase de desenvolvimento dos novos pseudobulbos manter os substrato ligeiramente húmido, sendo conveniente secar um pouco entre regas. No Inverno regar o menos possível, não deixando contudo desidratar a planta.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água). Durante a parte final do Outono e durante o Inverno deixo de fertilizar.

Referências bibliográficas:

Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

World Checklist of Selected Plant Families

sábado, 8 de setembro de 2018

Cattleya bradei

A Cattleya bradei, ex Laelia bradei, é mais uma das espécies rupícolas nativas do Brasil, sendo esta do Estado de Minas Gerais.
É uma planta miniatura que se desenvolve entre os 1100 e os 1400 metros de altitude, podendo ser cultivada em ambientes com temperaturas ligeiramente baixas, sem exposição a frios exagerados ou geadas. Requer luz intensa, podendo mesmo suportar sol direto.
Está cultivada num vaso pequeno (6 a 8 cm de diâmetro) num substrato composto por uma mistura, em partes mais ou menos iguais, de casca de pinheiro grossa, argila expandida, pequenos pedaços de granito (2 cm) e pequenos pedaços de rocha contendo um bom teor de ferro na sua composição.



Referências bibliográficas: 

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=374634

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Cattleya wallisii 'M. Ito' (Cattleya eldorado 'M. Ito')

A Cattleya eldorado 'M. Ito' é um belíssimo clone desta espécie. A Cattleya eldorado é um sinónimo da Cattleya wallisii, sendo este último o nome aceite pela WCSP (World Checklist of Selected Plant Families). 
Pertence ao grupo das unifoliadas e é uma planta de médio porte,  proveniente da região do Amazonas, no Brasil 
As suas inflorescências trazem, normalmente, de 1 a 3 flores bem coloridas e agradavelmente perfumadas, sendo das que apresentam maior durabilidade entre todas as Cattleya.
É uma das que necessita de temperaturas mínimas de Inverno um pouco mais elevadas, sempre acima dos 12 a 14 graus. As restantes exigências de cultivo são idênticas à maioria das espécies, suas congéneres




Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/catteldorado.htm

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=36173

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Cattleya xanthina

A Cattleya xanthina é uma espécie de médio porte, de pseudobulbos elípticos e lateralmente achatados, levemente estriados, com uma única folha apical ovalada lanceolada, ereta e rígida. As suas inflorescências surgem normalmente no fim da Primavera ou no Verão, a partir de uma espata grande, sendo compostas por duas ou mais flores (2 a 6 por haste) que não abrem totalmente. Nem sempre são perfumadas.

Família: Orchidaceae          Género: Cattleya         Espécie: xanthina

Habitat natural: Esta é uma planta epífita que se desenvolve em locais de baixa e média altitude, sendo nativa dos Estados da Baía e do Espírito Santo, no Brasil





Cultivo: Esta minha planta é cultivada montada num tronco de madeira. Está todo o ano na estufa aquecida, em local sombreado mas com boa luminosidade, com elevado grau de humidade do ar e bem ventilado. Opcionalmente pode ser cultivada em vaso, em substrato próprio para epífitas.
Nas estações mais quentes e secas do ano rego quase diariamente, espaçando consideravelmente o número de regas sempre que o tempo vai mais frio e chuvoso.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (metade ou menos de metade da dose indicada por cada litro de água). Este princípio é válido para qualquer fertilizante utilizado. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/lxanthina.htm

https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=374571

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Cattleya tigrina 'Maroon'

A  Cattleya tigrina 'Maroon' é um belo clone desta espécie. É uma Cattleya bifoliada de grande porte, de pseudobulbos cilíndricos, logos e finos, com duas folhas apicais, oblongo elípticas. As suas inflorescências podem ter entre 1 a 10 flores, belamente coloridas e bem perfumadas.

Família: Orchidaceae       Género: Cattleya       Espécie: tignina        v. 'Maroon'

Habitat natural: É uma espécie epífita, de zonas costeiras de baixa altitude, nunca superiores a 100 metros, quentes e húmidas, do sul do Brasil.




Cultivo: É cultivada como a maioria das espécies do género Cattleya, necessitando esta do local mais quente e húmido da estufa e de excelente luminosidade. Sendo uma planta de elevado porte, é preferível ser cultivada em vaso, em substrato composto por casca de pinheiro grossa e argila expandida.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/cattguttata.htm

terça-feira, 17 de julho de 2018

Cattleya mossiae var. semi-alba 'Valley Isle' x Cattleya mossiae var. semi-alba 'Exotic Orchids'





A Cattleya mossiae var. semi-alba 'Valley Isle' x Cattleya mossiae var. semi-alba 'Exotic Orchids' é uma maravilhoso "melhoramento" desta já de si muito bonita e peculiar espécie, endémica da Venezuela, onde é considerada a flor nacional.

É uma planta epífita, que vegeta no cimo de árvores altas, em florestas densas, entre os 900 e os 1500 metros de altitude.

Trata-se de uma espécie unifoliada de médio porte, com pseudobulbos fusiformes e sulcados, com uma única folha apical, ovada oblonga. As suas inflorescências são geralmente compostas por 2 a 6//7 flores de grande porte (cerca de 20 cm) e perfumadas.

As exigências de cultivo são semelhantes à generalidades da maioria das espécies deste género, suportando esta temperaturas ligeiramente mais baixas. É importante proporcionar boa luminosidade, podendo ser cultivada montada ou em vaso.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/cattlmossiae.htm

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Cattleya nobilior var. amaliae

A Cattleya nobilior var. amaliae é uma bonita variedade desta magnífica espécie. Embora com algumas semelhanças entre a Cattleya nobibior e a Cattleya walkeriana, a Cattleya nobilior destaca-se claramente por ser uma planta bifoliada e ainda por algumas diferenças nas flores, sobretudo pelo seu peculiar labelo. É uma planta um pouco mais exigente no seu cultivo mas merece bem o esforço, especialmente quendo somos beneficiados com estas deslumbrantes florações.

Família: Orchidaceae     Género: Cattleya     Espécie: nobilior    var. amaliae

Habitat natural: É uma espécie epífita que vegeta sobre os troncos rugosos de árvores, sempre bem exposta à luz solar, no alto de falésias, beneficiando de excelente circulação de ar, em altitudes que oscilam entre os 150 e os 700 metros. Esta variedade da Cattleya nobilior é proveniente dos Estados de Goiás e Tocantins, no Brasil.




Cultivo: É uma espécie que requer temperaturas bem quentes o ano todo, não tolerando estar exposta ao frio durante o Inverno. Esta planta está montada num pedaço de madeira rugoso e é cultivada na minha estufa aquecida, no local com maior exposição de luz, com excelente arejamento e com bom nível de humidade do ar durante a Primavera e Verão. 
Rego com frequência (3 a 4 vezes por semana) na segunda metade da Primavera, Verão e primeira metade do Outono. Durante os restantes 5 meses do ano é importante proporcionar-lhe um prolongado stress hídrico, regando apenas o necessário para não desidratar a planta. Com o tempo frio e chuvoso deve mesmo suspender-se todas as regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas vezes por semana, sempre com doses pouco concentradas, com apenas cerca de metade da dose que vem na informação descrita no produto. Durante o período de stress hídrico suspendo todas as fertilizações.

Referências bibliográficas: 

http://orchidspecies.com/cattwalkerianavarnobilior.htm

http://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=346366

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Cattleya aclandiae 'Iguassu x Valley Isle'

Cattleya aclandiae 'Iguassu x Valley Isle' é uma bonita variedade desta fascinante e perfumadíssima espécie. É uma das planta de menor porte no género Cattleya, de pequenos pseudobulbos e bifoliada. As suas folhas são elípticas e espessas, manchadas de tons avermelhados e as suas inflorescências, curtas, trazem 1 a 2 flores cerosas, de longa duração e de cores belamente contrastadas.

Família: Orchidaceae     Género: Cattleya     Espécie: aclandiae    var. 'Iguassu x Valley Isle'
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Habitat natural: Espécie epífita, proveniente de habitas quentes e relativamente secos, de baixa altitude, geralmente junto à costa, no Estado na Bahia, no Brasil. Desenvolve-se em altitudes que podem oscilar entre os 100 e os 400 metros.




Cultivo: É uma espécie a ser cultivada em ambientes bem quentinhos, não suportando o nosso frio de Inverno. Esta minha planta é cultivada todo o ano na estufa aquecida, onde as temperaturas mínimas raramente descem abaixo dos 13 a 14 graus. O local de cultivo tem boa luminosidade mas sem sol direto, boa ventilação e elevado teor de humidade do ar (geralmente acima dos 60%).
Está num pequeno cesto de madeira suspenso, num substrato composto por casca de pinheiro grossa (ORCHIATA) e argila expandida. 
No Verão rego com frequência, 3 a 4 vezes por semana, reduzindo drasticamente o número de regas durante os Inverno (apenas as necessárias para não deixar desidratar a planta). Se cultivada em vaso o número de regas deve ser inferior e o substrato deve secar bem entre as mesmas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix uma a duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (apenas metade da dose indicada para cada litro de água). Durante o Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/cataclandiae.htm

http://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=35779

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Cattleya iricolor

A Cattleya iricolor é uma das espécies deste género, do grupo das unifoliadas, com flores relativamente pequenas que, embora não primando pelas formas mais desejadas, compensam pela extrema beleza das suas cores e pelo seu magnífico e intenso perfume. Sendo a primeira floração desta minha planta, fiquei imensamente satisfeito com o resultado. De notar que é já uma espécie rara no seu habitat natural.

Família: Orchidaceae         Género: Cattleya         Espécie: iricolor 

Habitat natural: Desenvolve-se como planta epífita sobre galhos de árvores bem altas, em florestas húmidas, que se situam entre os 400 e os 1200 metros de altitude. É nativa da parte oriental dos Andes, pertencentes ao Peru e ao Equador.




Cultivo: É cultivada num vaso pequeno (cerca de 10 cm de diâmetros), em casca de pinheiro grossa e argila expandida. Está todo o ano nas estufa aquecida, em local com excelente luminosidade mas sem sol direto, com boa ventilação e elevado teor de humidade do ar (entre 60 a 70%, em média).
Rego de forma a manter os substrato apenas ligeiramente húmido, deixando este secar ligeiramente entre regas. Sempre que o substrato comece a ficar demasiado encharcado, devido à sua degradação, é melhor mudar a planta para novo substrato. Este princípio é válido para o cultivo da maioria das orquídeas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma duas vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração (apenas cerca de metade da dose indicada pelo vendedor). Durante o Inverno suspendo as fertilizações.

http://orchidspecies.com/cattiricolor.htm

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Cattleya schilleriana 'Agua Surda x Chocolate'

Esta Cattleya schilleriana foi adquirida aqui em Portugal, numa expo internacional, a um produtor do Brasil, no ano de 2015. Valeu bem a pena os três anos de espera por esta primeira floração. Estou muito e agradavelmente surpreendido pela forma e tamanho das suas flores, sobretudo pelo seu magnífico labelo, com 6 cm de largura. Fiquei, deste modo, cada vez mais admirador desta extraordinária espécie, infelizmente quase extinta na natureza.



quarta-feira, 16 de maio de 2018

Cattleya x guatemalensis

A Cattleya x guatemalensis é um híbrido natural entre a Cattleya aurantiaca e a Cattleya skinneri. É uma planta de grande porte, de pseudobulbos longos e bifoliada. As suas inflorescências são compostas por numerosas flores de tamanho médio e bem coloridas. Aqui, no meu espaço, floresce sempre em plena Primavera

Família: Orchidaceae         Género: Cattleya         Espécie: x guatemalensis

Habitat natural: Este híbrido natural pode ser observado em florestas quentes e húmidas, de baixa altitude, desenvolvendo-se como planta epífita, sobre as árvores de grande porte e bem exposta ao sol. É nativa de países como a Guatemala, as Honduras, a Nicarágua e o México.




Cultivo: Tem as exigências de cultivo como a maioria das espécies deste género. Está num vaso médio, em substrato composto por casca de pinheiro grossa e argila expandida.
É cultivada na estufa aquecida, numa das zonas com a luminosidade mais intensa (nunca recebendo sol direto), em local bem ventilado e com elevado teor de humidade do ar.
Rego cerca de duas vezes por semana, nas estações mais quentes e secas do ano (Primavera/Verão e primeira metade do Outono), reduzindo consideravelmente o número de regas durante o resto do ano. Em pleno Inverno rego apenas uma a duas vezes por mês.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre em doses pouco concentradas (metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água). Durante a segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.


segunda-feira, 16 de abril de 2018

Cattleya longipes x Cattleya ghillanyi




Adquiri esta planta há cerca de dois anos atrás como sendo um híbrido primário entre a Cattleya longipes e a Cattleya ghillanyi. Não tendo a certeza absoluta se a identificação está devidamente correta, constato, contudo, ser um belíssimo híbrido; de belo colorido, boa forma e inflorescências multiflorais bem compostas.

É cultivada montada numa pequena placa de madeira, nas mesmas condições ambientais de todas as outras plantas do género Cattleya: estufa temperada quente, boa luminosidade, mas sem sol direto, boa ventilação e elevado teor de humidade do ar.

quarta-feira, 7 de março de 2018

Cattleya mantiqueirae

A Cattleya mantiqueirae é mais uma espécie que é mais conhecida, nos meios orquidófilos, pelo seu sinónimo Sophronitis mantiqueirae. Esta espécie apresenta algumas semelhanças com a Cattleya coccinea, sendo contudo uma planta ligeiramente menor e com algumas diferenças na estrutura do labelo e das restantes pétalas e sépalas. 
São plantas de pequeno porte, com pseudobulbos longos, fusiformes ou elipsoides, com uma única folha no ápice destes, de consistência coriácea, ovalada lanceolada, de cor verde escura na face superior e avermelhada na face posterior. As suas inflorescências são solitárias e com um porte geralmente compreendido entre os 4  e os 5 cm.

Família: Orchidaceae        Género: Cattleya        Espécie: mantiqueirae

Habitat natural: Espécie que, no seu habitat natural, se desenvolve como planta epífita, geralmente em árvores cobertas de líquenes ou de musgos, no Sul e Sudeste do Brasil, em altitudes que podem oscilar entre os 1200 e os 1900 metros.




Cultivo: Cultivo esta espécie montada numa pequena placa de cortiça, na estufa fria, ao logo de todo o ano e onde as temperaturas descem, por vezes, até aos 3 a 4 graus centígrados. O ambiente de cultivo é sempre moderadamente sombreado, bem ventilado e com elevador teor de humidade do ar.
Com este tipo de cultivo, rego com frequência nas estações mais quentes e secas do ano (Primavera, Verão e parte do Outono), geralmente em dias alternados. No Inverno, sobretudo quando o tempo vai frio e chuvoso, reduzo drasticamente as regas, mantendo apenas as necessárias para não deixar desidratar a planta.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.


Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

WCSP (2018). 'World Checklist of Selected Plant Families. Facilitated by the Royal Botanic Gardens, Kew. Published on the Internet; http://wcsp.science.kew.org/ Retrieved 7 March 2018.'