quinta-feira, 30 de julho de 2020

Phalaenopsis deliciosa

Habitat de origem: Espécie de baixa altitude, até ao máximo de 600 metros, que se manifesta nas florestas das Filipinas e por uma vasta área do sudeste asiático, até à India.
Cultivo: Temperaturas sempre acima dos 12/13  graus, mesmo durante o Inverno. Está em vaso pequeno, com substrato idêntico ao cultivo das Phalaenopsis, casca de pinheiro grossa e argila expandida. Deve ser propiciado um elevado grau de humidade, regas e fertilizações regulares, de baixa concentração, reduzindo consideravelmente no Inverno.




quarta-feira, 29 de julho de 2020

Stanhopea jenischiana

Mais uma floração desta magnífica Stanhopea jenischiana, uma espécie nativa da Colômbia, da Venezuela, do Equador e do Peru. Pode ser encontrada em habitats situados entre os 800 e os 1500 metros de altitude, sendo uma espécie de médio porte, epífita e, por vezes, terrestre.
Pode ser cultivada em ambientes mais frios do que muitas das espécies deste género, não tolerando contudo estar exposta a geadas ou correntes de ar demasiado geladas. Os materiais de cultivo devem ser idênticos aos das restantes Stanhopea.




Referências bibliográficas:

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Dendrobium chrysocrepis

O Dendrobium chrysocrepis é uma espécie de pequeno porte, que se desenvolve de forma litófila, muito raramente como epífita, em solos calcários e em habitats situados à volta dos 1400 metros de altitude. É nativa na província de Yunnan, da China, na Birmânia e na Tailândia. Normalmente, floresce no final da Primavera e início do Verão.

Cultivo esta espécie na estufa fria, em ambiente levemente sombreado, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. Está num pequeno cesto suspenso, em casca de pinheiro grossa e argila expandida.
Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, devendo este secar ligeiramente entre regas. Fertilizo duas vezes por semana, com o Akerne's Rain Mix, sempre com doses de baixa concentração (metade da dose indicada para cada litro de água). Durante o Inverno suspendo as fertilizações.




Referência bibliográficas:
http://orchidspecies.com/denchrysocrepsis.htm
https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

terça-feira, 23 de junho de 2020

Stanhopea hernandezii

A Stanhopea hernandezii é uma espécie de médio a grande porte, que se pode desenvolver de forma epífita, litófila e ou terrestre, geralmente sobre rochas escarpadas, em habitats situados entre os 1700 e os 2200 metros de altitude, em diversos estados do México.

Cultivo esta espécie em cesto suspenso, como todas a Stanhopea, em estufa temperada, com mínimas de Inverno à volta dos 10 graus e máximas de 32/33 graus. O local é sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa (à volta do 60 a 70%).
Utilizo como substrato uma mistura composta por casca de pinheiro grossa e média, argila expandida e  perlite, forrando o cesto a esfagno, na sua parte exterior.
Adequo as regas de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, ao longo de todo o ano, mas nunca encharcado. Embora podendo este secar ligeiramente entre regas, não será adequado que isto aconteça por períodos prolongados de tempo.
Fertilizo com o Akerne's RAIN MIX duas vezes por semana, aplicando apenas com metade da dose indicada pelo fornecedor, em gramas, por cada litro de água. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.




Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/stanhohernandezii.htm
https://wcsp.science.kew.org/furtherInformation.do?name_id=196110

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Bulbophyllum lobbii

O Bulbophyllum lobbii é uma espécie que se desenvolve de forma epífita, sobre os troncos das árvores, em locais de baixa altitude e em florestas montanhosas, entre os 200 e os 2000 metros, nas Filipinas, na Malásia, na Indonésia e em Bornéu. É uma das poucas espécies deste diversificado género com flores de perfume agradável.

Devemos proporcionar um ambiente temperado quente, com sombra moderada, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação.
Pode ser cultivada montada ou em vaso, utilizando, neste caso, um substrato capaz de reter bem a humidade, mas nunca encharcado.
Regar apenas o necessário para manter a humidade junto das raízes, adequando o número semanal das regas às diferentes estações do ano.
Fertilizar ao longo de quase todo o ano, evitando as suas aplicações quando o tempo for demasiado frio e chuvoso. Conseguindo manter as temperaturas mínimas sempre acima dos 16 graus, poderemos fertilizar sem interrupções.





Referências bibliográficas:
http://orchidspecies.com/bulblobbii.htm

segunda-feira, 25 de maio de 2020

Bulbophyllum lepidum

O Bulbophyllum lepidum é uma espécie miniatura, que cresce através de uma rizoma lenhoso, com pseudobulbos cónicos e uma única folha apical, espessa, ereta e oblonga. As suas inflorescências surgem a partir da base dos pseudobulbos já maduros, são longas e comportam diversas flores finamente dispostas em umbela.
É uma espécie de desenvolvimento epífito, sobre os musgos  de florestas mistas de baixa e média altitude, entre os 300 e os 1100 metros.  É nativa de uma vasta zona do continente asiático, abrangendo países como a Índia, o Laos, a Birmânia, a Tailândia, o Vietname, o Camboja, a Malásia e a Indonésia.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, em local sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Está num vaso suspenso, baixo e largo, com um substrato composto por casca de pinheiro média, argila expandida, perlite e uma pequena percentagem de esfagno (cerca de 10 a 15%).
Rego apenas o necessário para manter o substrato sempre húmido, nunca encharcado, adequando a periodicidade das regas às diferentes estações do ano. 
Fertilizo duas vezes por semana, com o Akerne Rain Mix, sempre com doses de baixa concentração, colocando apenas metade da dose indicada pelo fornecedor, em gramas, por cada litro de água. Durante a segunda metade do Outono e durante o Inverno suspendo todas as fertilizações.




Referências bibliográficas:
http://orchidspecies.com/cirrflabellovernis.htm
https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=26340

quarta-feira, 20 de maio de 2020

Bulbophyllum maximum

O Bulbophyllum maximum é uma espécie bifoliada, que se desenvolve de forma epífita, por vezes como litófila, cujos habitats se situam em bosques abertos e margens ribeirinhas de zonas de baixa e média altitude. É uma planta nativa duma vasta área do continente africano, podendo ser observada em países como a Serra Leoa, Costa do Marfim, Gana, Nigéria, Libéria, Togo, Ilhas do Golfo da Guiné, Gabão, República Centro Africana, Camarões, Uganda, Zaire, Tanzânia, Quénia, Etiópia, Malawi, Zâmbia, Zimbabué, Angola e Moçambique.

É cultivada montada num tronco de cortiça, na estufa temperada quente. Tal como a generalidade das espécies do género Bulbophyllum, aprecia uma excelente ventilação, um elevado teor de humidade relativa e sombra moderada.
São aplicadas regas frequentes e abundantes nas estações mais quentes e secas do ano, mantendo as raízes sempre húmidas. Durante o Inverno, sobretudo se o tempo for frio e chuvoso, espaçar bastante os períodos entre regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix duas vezes por semana, sempre com apenas metade da dose indicada pelo fornecedor para cada litro de água. Durante a segunda metade do outono e no Inverno suspendo as fertilizações.




Referências bibliográficas:
http://orchidspecies.com/bulbmaximum.htm
https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=26546