sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Maxillaria rupestris



 
A Maxillaria rupestris, com algumas caraterísticas semelhantes com Maxillaria picta, apresenta também alguma variabilidade na forma e nos padrões das suas florações. Este meu exemplar apresenta flores muito delicadas, sobretudo no que toca às suas cores muito suaves, sendo uma variedade de flores semi-albas.
 
Família: Orchidaceae        Género: Maxillaria       Espécie: rupestris
 
Habitat natural: Espécie de pequeno a médio porte, que se desenvolve de forma litófila, ocasionalmente como epífita, nas florestas de baixa e média altitude, em alguns dos estados orientais do Brasil.
 
Cultivo: Vaso médio, em substrato para epífitas, composto por uma mistura à base de casca de pinheiro de média granulometria, alguma argila expandida (15 a 20%) e perlite (5 a 10%). Opcionalmente pode adicionar-se também alguma fibra de coco.
Está na estufa temperada-quente, em ambiente sombreado, com boa ventilação e elevado grau de humidade.
Rego apenas o necessário para manter o substrato ligeiramente húmido, adequando as regas conforme as estações do ano.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, com cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor, a partir do início da Primavera, até meados do Outono. Suspendo as fertilizações no restante período do ano.
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Masdevallia ignea





A Masdevallia ignea apresenta folhas semi-eretas e coriáceas, de forma oblongo-lanceolada e é uma das espécies deste género com hastes florais mais elevadas, bem acima da planta, sendo também uma das mais intensamente coloridas, de cores quase eletrizantes. O seus padrões e cores podem apresentar também bastante variabilidade, mas sempre com base nos tons vermelhos intensos, podendo estes coabitar com cores amareladas ou mesmo salmonadas.

Família: Orchidaceae         Género: Masdevallia        Espécie: ignea

Habitat natural: É uma planta de pequeno porte, manifestando-se geralmente como planta terrestre, em florestas de altitudes muito  elevadas, entre os 2600 e os 3800 metros, na cordilheira oriental da Colômbia.

Cultivo: Como na generalidade das Masdevallia que cultivo, utilizo  um substrato com base numa mistura de casca de pinheiro ORCHIATA de fina e média granulometria (80%), alguma argila expandida (10%) e perlite (10%). Sempre que o substrato se apresentar com sinais de degradação deve-se substituir por uma nova mistura. 
É cultivada no local mais sombreado e fresco da minha estufa fria, com elevado grau de humidade do ar e boa ventilação.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, sendo as regas mais frequentes na Primavera e Verão e muito mais espaçadas no Inverno. Evitar encharcamentos.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, com doses de baixa concentração (metade ou menos de metade da dose indicada pelo fornecedor). Suspendo as fertilizações durante o Inverno.

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sábado, 3 de dezembro de 2016

Pleione praecox var. reichenbachiana



.
A Pleione praecox var. reichenbachiana é uma bonita variedade da espécie tipo, originalmente descoberta na Birmânia, sendo a espécie também oriunda das florestas de países como a China, a Índia, o Vietname, o Nepal, a Tailândia e a Birmânia, onde se desenvolve, entre os 1200 e os 3400 metros de altitude.
Esta variedade destaca-se por possuir flores ligeiramente mais pequenas do que a espécie tipo, pela ausência de qualquer tonalidade amarela no labelo e ainda pela presença de apenas três lamelas ao longo do labelo, em vez das habituais quatro a cinco.
Aprecia climas bem frios. As condições de cultivo estão descritas no Post dedicado à espécie tipo (Pleione praecox), onde podem ser consultados todos os seus os pormenores.
É também, como se pode observar, uma espécie de floração outonal, já bem no fim desta estação.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: http://www.rareplants.co.uk/product/pleione-praecox-reichenbachiana/

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Maxillaria grandiflora





A Maxillaria grandiflora é uma espécie que se adapta bem às nossas condições climáticas, cujas flores, maravilhosamente perfumadas, são de grande dimensão, fazendo lembrar as flores de muitos Lycaste.
É uma planta de médio porte, que pode ser cultivada no exterior o ano todo, pois suporta temperaturas relativamente baixas.

Família: Orchidaceae          Género: Maxillaria          Espécie: grandiflora

Habitat natural: Desenvolve-se de forma epífita, por vezes rupícola, nos declives íngremes das florestas nebulosas e sombrias do Equador, da Colômbia, do Peru, da Bolívia, do Brasil e da Venezuela. É uma espécie de altitudes elevadas, manifestando-se em locais que oscilam entre os 800 e os 3000 metros.

Cultivo: Está cultivada na estufa fria, em vaso médio, com substrato para epífitas. Utilizo uma mistura de casca de pinheiro de fina e média granulometria, argila expandida e perlite. Pode também ser adicionada alguns pedaços de fibra de coco.
O ambiente de cultivo é bem sombreado, com elevado grau de humidade e bem ventilado. Devemos tentar evitar temperaturas demasiado elevadas no Verão.
As regas devem ser as necessárias para manter o substrato sempre ligeiramente húmido, em qualquer estação do ano. Evitar encharcamentos. Sempre que o substrato apresente sinais de degradação deve ser substituído por nova mistura.
Fertilizo com doses de baixa concentração, com Akerne Rain Mix, desde o início da Primavera até meados do Outono.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Masdevallia strobelii






A Masdevallia strobelii é uma belíssima e invulgar espécie, de pequeno porte, com hastes florais de uma só flor, dispostas na horizontal ou semi eretas, caraterizada pelas suas sépalas com uma densa e proeminente pilosidade na sua parte interior, intensamente perfumadas durante todo o dia.
Geralmente, a época de floração ocorre no final do Outono e início do Inverno, apresentando sempre uma quantidade generosa de flores por cada planta.
Família: Orchidaceae          Género: Masdevallia         Espécie: strobelii
Habitat natural: Esta é uma planta epífita oriunda do Peru e do Equador, onde se desenvolve, nos ramos inferiores das árvores, ao longo nas margens dos rios. Os seus habitats situam-se, normalmente, entre os 1400 e os 1700 metros de altitude. 
Cultivo: É cultivada num pequeno vaso de plástico, numa mistura composta maioritariamente por substrato ORCHIATA (80%), argila expandida (15%) e perlite (5%). Sempre que o substrato apresente sinais de degradação, deve mudar-se a planta para nova mistura.
O ambiente de cultivo é o local mais sombreado e fresco da estufa fria, tentando manter as temperaturas sempre abaixo dos 30º. É um espaço bem ventilado e com elevado grau de humidade.
Rego o necessário para manter o substrato sempre húmido o ano todo, sem nunca ficar encharcado.
As fertilizações são sempre em doses de baixa concentração, com cerca de metade a um terço da dose indicada pelo fornecedor, com aplicações duas a três vezes por semana. Na segunda metade do Outono e no Inverno suspendo as fertilizações.
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Dendrobium victoria-reginae

 
 
 
O Dendrobium victoria-reginae destaca-se pelo intenso tom azulado das suas flores, o que a faz uma espécie única neste vasto género de origem asiática. Pode florescer em qualquer altura do ano e é uma espécie que se pode adaptar bem a climas frios. Normalmente, as hastes florais surgem no pseudobulbos mais velhos, quando estes já se encontram sem folhas.
 
Família: Orchidaceae        Género: Dendrobium       Espécie: victoria-reginae
 
Habitat natural: Espécie epífita de médio a grande porte, proveniente da Filipinas, onde se desenvolve no meio de florestas densas  e sombrias, em locais com ventos constantes, em altitudes que oscilam entre os 1300 e os 2700 metros. As suas raízes estão quase sempre associadas a musgos, que se mantêm constantemente húmidos.
 
Cultivo: Está cultivado num vaso médio, suspenso, numa mistura que associa casca de pinheiro, argila expandida e algum musgo/esfagno.
Está na estufa fria, em local bem sombreado, com elevado grau de humidade e bem ventilado.
Regas constantes, mais frequentes no Verão e mais espaçadas no Inverno, de forma a manter o substrato sempre húmido, mas nunca encharcado.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração. Suspendo as fertilizações durante o Inverno e retomo aquando do surgimento dos novos pseudobulbos.
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Paphiopedilum helenae



 
O Paphiopedilum helenae é uma espécie de pequeno porte, a mais pequena de tosas as que compõem o género Paphiopedilum, com hastes florais singulares, que se destacam pela suavidade das suas cores e formas muito caraterísticas.
 
Família: Orchidaceae          Género: Paphiopedilum         Espécie: helenae
 
Habitat natural: Espécie que, no seu ambiente natural, se desenvolve de forma litófila, em florestas semi decíduas, mistas e de coníferas, no norte do Vietname e no sul da China, geralmente em locais de baixa altitude, mas que podem oscilar entre os 100 e os 900 metros acima do nível do mar.
 
Cultivo. Sendo uma espécie quase miniatura, estou a cultivá-la num vaso pequeno, numa mistura composta predominantemente por casca de pinheiro de média granulometria (ORCHIATA), 15 a 20% de argila expandida e cerca de 5% de perlite.
Como no seu habitat natural se desenvolve em locais de baixa altitude, o ambiente de cultivo terá que ser temperado/quente, todo o ano, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, sem nunca encharcar. Sempre que o substrato se comece a degradar, a planta deve ser mudada para nova mistura.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, suspendendo estas durante o Inverno. Opcionalmente, de forma mais espaçada, também podem ser aplicadas fertilizações durante essa época.

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia