segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Miltonia moreliana 'Colibri'

 
 
 
Esta é uma variedade da Miltonia moreliana com formas mais arredondadas, com um labelo de grandes proporções e bem estendido. É agradavelmente perfumada em determinadas fase do dia, sobretudo durante a tarde.
 
Família: Orchidaceae          Género: Miltonia           Espécie: moreliana
 
Habitat natural: Espécie epífita oriunda da Venezuela e dos estados da Baía, do Espírito Santo e do Rio de Janeiro, no Brasil. Desenvolve-se em habitats de baixa a média altitude.
 
Cultivo: Mantenho esta espécie na estufa aquecida durante o Inverno. Ao longo de todo o ano, está em local sombreado mas com boa luminosidade, elevado grau de humidade e bem ventilado.
É cultivada num vaso médio, em substrato composto por casca de pinheiro grossa e argila expandida.
Rego de forma a manter o substrato sempre húmido, na fase de desenvolvimento dos novos pseudobulbos. A partir do início da floração reduzo consideravelmente o número de regas, sendo apenas as suficientes para hidratar a planta.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, desde o aparecimento dos novos pseudobulbos, até à plena maturação dos mesmos. No restante período suspendo as fertilizações.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Pleione x lagenaria

 
 
 
Esta fantástica Pleione é um híbrido natural entre a Pleione maculata e a Pleione praecox, as duas espécies deste género que florescem no Outono. Tal como não poderia deixar de ser, este lindíssimo híbrido mantém a época de floração dos seus progenitores, mantendo também o caraterístico e delicioso perfume.
 
Família: Orchidaceae          Género: Pleione          Espécie: x lagenaria
 
Habitat natural: A Pleione x lagenaria é nativa da Tailândia, da província de Yunnan, na China e do estado de Assam, na Índia. Desenvolve-se como planta terrestre, em florestas montanhosas, entre os 1300 e os 2500 metros de altitude.
 
Cultivo: É uma orquídea própria para climas frios. Deve ser cultivada no exterior ou em estufa fria, em local fresco, bem sombreado, com elevado grau de humidade nos períodos mais quentes do ano e boa ventilação.
O substrato é uma mistura de casca de pinheiro (fina e média granulometria) e perlite. Há quem adicione algum esfagno (10 a 15%).
Durante a fase de desenvolvimento dos novos pseudobulbos, a partir do fim do Inverno até ao início do Outono, mantenho o substrato sempre húmido, sem encharcar. Na segunda metade do Outono e Inverno mantenho em absoluto estado de repouso, suspendendo as regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix apenas durante a Primavera e o Verão, sempre com doses de baixa concentração.
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Cattleya maxima var. semi-alba 'La Pedrena' SM/JOGA

 
 


Sendo a Cattleya maxima uma das minhas espécies preferidas do género Cattleya, esta fantástica variedade é uma das mais apreciadas e premiadas internacionalmente, não podendo, assim, deixar de fazer parte da minha coleção, onde assume um lugar de destaque.
 
Família: Orchiadceae     Género: Cattleya    Espécie: maxima   var. semi-alba  'La Pedrena'
 
Habitat natural: A Cattleya maxima é uma espécie unifoliada de médio porte, que se desenvolve de forma epífita, muito raramente como litófila, nas florestas costeiras do Peru e na Venezuela, na Colômbia e no Equador, em altitudes que podem oscilar entre os 10 e os 1500metros.
 
Cultivo: Está cultivada na estufa aquecida, em local com excelente luminosidade, mas sempre com sombra parcial, com elevado grau de humidade e boa ventilação.
Vaso médio, com substrato composto por 70% de casca grossa de pinheiro (entre os 2 e os 3 cm) e 30% de argila expandida.
Rego de forma a manter o substrato apenas húmido, devendo secar ligeiramente entre regas. No Inverno rego apenas o suficiente para não desidratar a planta, deixando de regar quando o tempo está demasiado húmido e chuvoso.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com cerca de metade da dose indicada pelo fornecedor. No Inverno suspendo as fertilizações.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Coelogyne nitida

 



A Coelogyne nitida é uma espécie de pequeno a médio porte, com hastes florais compostas por diversas flores, que vão abrindo sucessivamente. Estas são de longa duração e possuem um perfume algo intenso.
 
Família: Orchidaceae          Género: Coelogyne        Espécie: nitida
 
Habitat natural: Espécie que se desenvolve sobre as árvores de forma epífita, por vezes litófila (sobre o musgo das árvores),  manifestando-se em florestas montanhosas, entre os 1300 e os 2600 metros de altitude, em países como o Nepal, o Butão, a Birmânia, a Índia, o Bangladesh, a China, a Tailândia e o Laos.
 
Cultivo: Sendo proveniente de habitats de altitude elevada, suporta bem climas frios, podendo ser cultivada em estufa fria, ou mesmo no exterior.
O meu local de cultivo tem sempre sombra moderada, boa ventilação e elevado grau de humidade.
Está num vaso médio, em substrato para epífitas, de media granulometria. Este é composto essencialmente por casca de pinheiro média (cerca de 60%), argila expandida e perlite.
Regas abundantes e frequentes nas estações mais quentes e secas, não deixando nunca encharcar o substrato e reduzindo consideravelmente no Inverno, de forma a manter o substrato ligeiramente húmido.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana. No Inverno suspendo as fertilizações.
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Cattleya nobilior x Cattleya alaorii

 


Este é um híbrido primário entre a Cattleya nobilior e a Cattleya alaorii, resultando numa planta de pequeno porte, com flores relativamente grandes e de tons suaves, notando-se bem a influência dos dois "progenitores".
Com o seu agradável perfume, também faz jus a uma das caraterísticas mais deliciosas das espécies que lhe deram origem.
Está cultivada montada numa placa de cortiça, exigindo condições, de ambiente e de tratamento, semelhantes à generalidade das espécies do género Cattleya.

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quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Trichoglottis triflora

 

A Trichoglottis triflora é uma espécie miniatura, com umas das mais pequenas flores no "reino das orquidáceas". Para podermos observar a  sua plena beleza, nos seus detalhes, temos que recorrer a uma lupa. É de fácil cultivo e ocupa muito pouco espaço em qualquer orquidário.
 
Família: Orchidaceae        Género: Trichoglottis        Espécie: triflora
 
Habitat natural: Esta é uma planta nativa de habitats de média altitude, desenvolvendo-se entre os 1100 e os 1200 metros, nas florestas de uma parte da Tailândia e do Vietname. É uma espécie epífita, crescendo sobre os troncos das árvores  e apresentando um crescimento monopodial (como as Vanda).
 
Cultivo: Embora possa ser cultivada em vaso, deve, quase imperativamente, ser cultivada montada numa pequena placa de cortiça ou de madeira. Aprecia as raízes bem arejadas e apenas molhadas por períodos curtos de tempo.
Esta minha planta está na estufa temperada, mas suporta ambientes mais frios. Deve, sobretudo, estar em local com elevado nível  de humidade do ar, com sombra moderada e bem arejado.
Nas estações mais quentes e secas do ano deve ser regada quase diariamente, mas de forma as que as raízes não permaneçam molhas por períodos prolongados de tempo. No Inverno regar muito esporadicamente, a não ser que esteja num ambiente demasiado seco.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix duas a três vezes por semana, sempre em doses de baixa concentração, suspendendo no Inverno. Pode, contudo, ser também fertilizada todo o ano, de forma mais espaçada nas épocas mais frias.

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Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Aerangis mystacidii




 

A Aerangis mystacidii é uma maravilhosa espécie africana, sendo uma planta miniatura com hastes florais relativamente longas, compostas por diversas flores, que se destacam pelo seu branco puro, sem qualquer mácula, pelo seu longo esporão e pelo suave perfume que se faz sentir a partir do início da noite.
 
Família: Orchidaceae        Género: Aerangis        Espécie: mystacidii
 
Habitat natural: Esta espécie epífita manifesta-se nas florestas dispostas ao longo de desfiladeiros, quase sempre junto a córregos e ou zonas ribeirinhas, sobre pequenos galhos das árvores suspensos sobre as águas, bem como nas florestas mais densas e verdes e de folha perene.
Os seus habitats apresentam uma grande diversificação no que toca a altitudes, que oscilam entre os 60 e os 1800 metros, em países como a África do Sul, o Zimbabwe, a Zambia, o Malawi e Moçambique.
 
Cultivo: Esta minha planta está cultivada numa pequena cesta de arame suspensa, em substrato composto por casca de pinheiro grossa (3 a 4 cm) e argila expandida. Também pode ser montada em cortiça ou num pedaço de madeira. O cultivo em vaso não é tão favorável e requer muito cuidado no que toca a regas, para não acontecer o apodrecimento das raízes.
O meu local de cultivo tem excelente grau de humidade, boa ventilação e bem sombreado, sobretudo  nos meses de maior incidência solar.
Durante as estações mais quentes e secas rego com frequência, de modo a manter o substrato apenas húmido, reduzindo drasticamente o número de regas no Inverno, altura em que quase basta a elevada humidade do ar.
Fertilizo com Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com doses de baixa concentração. Durante uma parte do Outono e Inverno suspendo as fertilizações.
 
Referências bibliográficas: Internet Orchid Species Photo Encyclopedia