quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Rhynchostylis gigantea

 
 
 
 
 
Esta é uma planta de porte algo elevado mas que, havendo espaço, é imprescindível em qualquer coleção, pela beleza das suas hastes florais, com muitas flores densamente dispostas e de colorido intenso.
Família: Orchidaceae        Género: Rhynchostylis          Espécie: gigantea
Habitat natural: Espécie originária de uma vasta região asiática, distribuída por vários países como a Birmânia, Tailândia, Malásia, Laos, Camboja, China, Vietname, Filipinas e Bornéu. Desenvolve-se de forma epífita em florestas de baixa altitude, até aos 700 metros, apresentado um desenvolvimento monopodial, tal como a generalidade das vandáceas.
Cultivo: Esta espécie exige temperaturas elevadas durante o ano todo. Em cultivo, desde seja controlado o excesso de humidade, as temperaturas poderão descer até cerca dos 14º centígrados durante a noite, sem danificar a planta. Está cultivada num cesto suspenso, com substrato para epífitas, de boa granulometria. Regar e fertilizar frequentemente nas estações mais quentes do ano (usando sempre doses pouco concentradas de adubo), reduzindo drasticamente no Inverno, sobretudo quando as temperaturas são baixas.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Lycaste skinneri




 
Esta maravilha, considerada a flor nacional da Guatemala, é uma das espécies do género Lycaste mais bonitas e com flores de maior dimensão (cerca de 15cm), apesar da planta ser de médio porte. Floresce sempre no fim do Inverno ou no início da Primavera.
Família: Orchidaceae            Género: Lycaste           Espécie: skinneri
Habitat natural: Esta espécie é natural da Guatemala e ainda do México, das Honduras e de El Salvador. Aí se desenvolve de forma epífita, por vezes litófila, nas florestas húmidas, em altitudes entre os 1200 e os 1800 metros.
Cultivo: Está cultivada num vaso médio, com substrato para epífitas à base de casca de pinheiro, fibra de coco, cortiça e perlite. Aprecia locais sombreados, nunca podendo apanhar sol direto, elevado grau de humidade e temperaturas médias entre os 8 e os 30 graus. Regar e fertilizar regularmente na fase de desenvolvimento da planta, que coincide com as estações mais quentes do ano. A partir do Outono, até à floração, deixar de aplicar fertilizantes e reduzir drasticamente as regas.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Laelia anceps var. veitchiana

Esta é uma belíssima variedade da Laelia anceps, que surpreende não só pela cor pouco vulgar nesta espécie, como também pelas suas formas equilibradas e perfeitas. As exigências de cultivo são idênticas à espécie tipo, pelo que será relativamente fácil de a adequar a  diferentes meios de cultura, tanto em interior, como em exterior.


 

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Restrepia citrina

 

 
 
Esta é uma das mais delicadas e mais bonitas espécies deste género, tendo também a vantagem de se adaptar bem a climas frios e de ser uma espécie miniatura que se pode cultivar mesmo em espaços muito reduzidos.
Família: Orchidaceae          Género: Restrepia           Espécie: citrina
Habitat natural: Espécie miniatura, epífita, oriunda de altitudes elevadas, cerca de 2600 metros, das montanhas nebulosas do Norte da Colômbia.
Cultivo: Está num vaso muito pequeno, com substrato para epífitas, de fina granulometria. Manter o substrato constantemente húmido, regando e fertilizando ao longo de todo o ano e evitando temperaturas demasiado elevadas nas estações mais quentes e secas. Deve também ser proporcionado um local com boa sombra, sem nunca receber sol direto ou luz demasiado intensa.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Dendrobium tetragonum

 
 

 
 
Família: Orchidaceae        Género: Dendrobium         Espécie: tetragonum
Habitat natural: Esta é uma espécie epífita, de pequeno a médio porte, que se desenvolve em algumas regiões da Austrália, em altitudes que vão dos 500 aos 1200 metros.
Cultivo: Está cultivado num pequeno vaso, com substrato para epífitas. Também pode ser cultivado numa placa de madeira ou de cortiça.
Regas e fertilizações regulares na fase de desenvolvimento da planta, reduzindo consideravelmente no Inverno. Temperaturas moderadas no Inverno e quentes no Verão. Não só floresce nos pseudobulbos novos, como também vários anos consecutivos nos mais velhos.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Maxillaria dillonii


 


Esta é uma das espécies deste género mais bonitas, de flores mais vistosas e relativamente grandes. Não sendo de difícil cultivo, não é contudo muito fácil de a podermos encontrar no mercado, a não ser em algumas exposições internacionais.
Família: Orchidaceae          Género: Maxillaria         Espécie: dillonii
Habitat natural: Podemos observar  a M. dillonii, como planta de médio porte, em montanhas de média altitude, húmidas e chuvosas, do Peru. Normalmente desenvolve-se de forma epífita.
Cultivo: Está cultivada num vaso médio, com substrato para epífitas, de média a pequena granulometria, à base de casca de pinheiro, cortiça, argila expandida e perlite. Tenho-a, o ano todo, em zona de sombra, com boa luminosidade, sendo a estufa aquecida no Inverno. Não é conveniente ter temperaturas muito abaixo de 10º, sobretudo se for por períodos prolongados de tempo. O substrato encontra-se sempre húmido e só aplico fertilizações nas estações mais quentes do ano, que coincide com a fase de desenvolvimento da planta.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Paphiopedilum (alguns híbridos)




Estes são alguns dos híbridos da minha coleção que, este ano, apresentaram belíssimas florações. A maioria dos híbridos deste género têm também a vantagem de terem florações muito duradouras, o que nos permite usufruir da sua beleza por várias semanas consecutivas. São também geralmente mais fáceis de cuidar do que as espécies.