quarta-feira, 28 de maio de 2025

Cattleya schilleriana var. albescens

A Cattleya schilleriana var. albescens é uma variedade rara desta magnífica espécie bifoliada e de pequeno porte, nativa no Estado do Espírito Santo, no Brasil,  onde se desenvolve como planta epífita, em habitats de baixa e média altitude, desde o nível do mar até cerca dos 800 metros.



quinta-feira, 13 de março de 2025

Saccolabiopsis pusilla

A Saccolabiopsis pusilla é uma espécie miniatura, nativa do leste dos Himalaias, Butão, Sikkim, Myanmar e Tailândia, onde se desenvolve como planta epífita, em florestas subtropicais, situadas em altitudes entre os 300 e os 500 metros.

É uma espécie para ser cultivada montada numa placa de cortiça ou de madeira, num ambiente temperado quente, medianamente sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa do ar. Deve ser regada quase diariamente nas estações mais quentes e secas do ano, reduzindo consideravelmente durante o Inverno. Pode ser fertilizada quase todo o ano, com apenas metade da dose indicada pelo fornecedor, ficando ao critério de cada um o tipo de fertilizantes a aplicar.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Saccolabiopsis pusilla | Plants of the World Online | Kew Scienc

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

Bulbophyllum pingtungense

O Bulbophyllum pingtungense é uma espécie de pequeno porte, endémica do Sul de Taiwan, onde se desenvolve como planta epífita, em florestas de folhosas, entre os 100 e os 400 metros de altitude. As suas inflorescências são em umbela, com flores consideravelmente grandes para o porte da planta e com um aroma forte muito desagradável.

Cultivo-a na estufa temperada quente, num espaço medianamente sombreado. Tal como a generalidade das espécies deste género, o espaço de cultivo requer uma excelente ventilação e um elevado teor de humidade relativa.

Rego de forma a manter as raízes ligeiramente húmidas, mas nunca encharcadas. Fertilizo com regularidade na Primavera e no Verão, sempre com doses de baixa concentração, reduzindo consideravelmente o número de aplicações durante a segunda metade do Outono e o Inverno.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Bulbophyllum pingtungense S.S.Ying & S.C.Chen | Plants of the World Online | Kew Science

terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Maxillaria picta var. rupestris

A Maxillaria picta var. rupestris é uma variedade da espécie tipo que se destaca pela  planta de menor porte e, ainda, pela flores bem mais pequenas e com um período de floração mais tardio. O perfume também é ligeiramente diferente e menos intenso.

É nativa do Nordeste da Argentina, do Paraguai e do Sul e Sudeste do Brasil, onde se desenvolve como espécie epífita, por vezes como litófila. As condições de cultivo são idênticas à espécie tipo, em estufa temperada.



Referências bibliográficas:

Maxillaria picta Hook. | Plants of the World Online | Kew Science

IOSPE PHOTOS

quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

Cattleya wittigiana

A Cattleya wittigiana é uma espécie de pequeno porte, endémica do Estado do Espírito Santo, no Brasil. Desenvolve-se em zonas montanhosas, entre os 700 e os 2000 metros de altitude, como planta epífita, sobre árvores cobertas de musgo e de casca rugosa.

Cultivo este meu exemplar montado numa pequena placa de cortiça, na estufa temperada fria, em local medianamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e com boa ventilação. Rego de forma a manter a planta sempre hidratada, mas de forma a que as raízes sequem bem entre regas.



Referências bibliográficas:

Cattleya wittigiana | Plants of the World Online | Kew Science

IOSPE PHOTOS

terça-feira, 26 de novembro de 2024

Maxillaria tenuibulba

A Maxillaria tenuibulba é uma espécie epífita, que se desenvolve num bioma tropical húmido, sendo endémica da Colômbia. É uma planta de pequeno porte, com pseudobulbos alongados e uma folha apical. A inflorescência é curta e sempre composta por uma pequena flor, de colorido intento e levemente perfumada.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, em local medianamente sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Utilizo um vaso pequeno e um substrato composto por casca de pinheiro média e grossa e argila expandida.

Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, nunca encharcado, deixando secar por um período curto de tempo entre regas. Fertilizo com composto Akerne's Rain Mix, duas a três vezes por semana, durante as estações mais quentes e secas do ano, que coincide com a fase de maior desenvolvimento da planta. Na segunda metade do Outono e no Inverno, reduzo drasticamente o número de aplicações.




Referências bibliográficas:

Maxillaria tenuibulba Christenson | Plants of the World Online | Kew Science

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