terça-feira, 17 de dezembro de 2024

Maxillaria picta var. rupestris

A Maxillaria picta var. rupestris é uma variedade da espécie tipo que se destaca pela  planta de menor porte e, ainda, pela flores bem mais pequenas e com um período de floração mais tardio. O perfume também é ligeiramente diferente e menos intenso.

É nativa do Nordeste da Argentina, do Paraguai e do Sul e Sudeste do Brasil, onde se desenvolve como espécie epífita, por vezes como litófila. As condições de cultivo são idênticas à espécie tipo, em estufa temperada.



Referências bibliográficas:

Maxillaria picta Hook. | Plants of the World Online | Kew Science

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quarta-feira, 4 de dezembro de 2024

Cattleya wittigiana

A Cattleya wittigiana é uma espécie de pequeno porte, endémica do Estado do Espírito Santo, no Brasil. Desenvolve-se em zonas montanhosas, entre os 700 e os 2000 metros de altitude, como planta epífita, sobre árvores cobertas de musgo e de casca rugosa.

Cultivo este meu exemplar montado numa pequena placa de cortiça, na estufa temperada fria, em local medianamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e com boa ventilação. Rego de forma a manter a planta sempre hidratada, mas de forma a que as raízes sequem bem entre regas.



Referências bibliográficas:

Cattleya wittigiana | Plants of the World Online | Kew Science

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terça-feira, 26 de novembro de 2024

Maxillaria tenuibulba

A Maxillaria tenuibulba é uma espécie epífita, que se desenvolve num bioma tropical húmido, sendo endémica da Colômbia. É uma planta de pequeno porte, com pseudobulbos alongados e uma folha apical. A inflorescência é curta e sempre composta por uma pequena flor, de colorido intento e levemente perfumada.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, em local medianamente sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Utilizo um vaso pequeno e um substrato composto por casca de pinheiro média e grossa e argila expandida.

Rego de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, nunca encharcado, deixando secar por um período curto de tempo entre regas. Fertilizo com composto Akerne's Rain Mix, duas a três vezes por semana, durante as estações mais quentes e secas do ano, que coincide com a fase de maior desenvolvimento da planta. Na segunda metade do Outono e no Inverno, reduzo drasticamente o número de aplicações.




Referências bibliográficas:

Maxillaria tenuibulba Christenson | Plants of the World Online | Kew Science

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sexta-feira, 15 de novembro de 2024

Acianthera pubescens

A Acianthera pubescens é uma espécie miniatura que se manifesta em florestas densas e húmidas, em altitudes variáveis, entre os 500 e os 1900 metros. Pode ser observada numa vasta área geográfica, em países como a República Dominicana, Porto Rico, México, Honduras, Guatemala, Costa Rica, Nicarágua, Panamá, Guiana Francesa, Venezuela, Suriname, Colômbia, Peru, Equador, Argentina, Paraguai e Brasil.

Cultivo esta planta na estufa temperada, necessitando de temperaturas mínimas de 10 a 12 graus. O ambiente de cultivo é medianamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Utilizo um vaso pequeno e um substrato composto, em partes iguais, por casca de pinheiro média, argila expandida e esfagno. Deve ser regada o ano todo, de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, mas não encharcado. Também pode ser fertilizada o ano todo, com aplicações mais constantes nas estações mais quentes e secas do ano.



Referências bibliográficas:

Acianthera pubescens (Lindl.) Pridgeon & M.W.Chase | Plants of the World Online | Kew Science

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terça-feira, 5 de novembro de 2024

Coelogyne ovalis

A Coelogyne ovalis é uma espécie de pequeno a médio porte, que se pode manifestar, no seu estado natural, de forma epífita ou litófila, podendo ser observada em parte da China, Índia, Birmânia, Laos, Tailândia e Vietname. Pode ser observada sobre as árvores ou em zonas rochosas, em zonas montanhosas, entre os 600 e os 2100 metros de altitude.

Cultivo esta espécie num vaso médio, com um substrato composto por casca de pinheiro média e grossa e argila expandida. O ambiente de cultivo é medianamente sombreado, o ano todo, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Rego 3 a 4 vezes por semana nas estações mais quentes e secas do ano, espaçando mais o número de regas quando o tempo estiver frio e chuvoso. Aplico fertilizante (Akerne's Rain Mix) em todas as regas, apenas com metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água.




Referências bibliográficas:

Coelogyne ovalis Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science

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segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Exposição de Orquídeas & outras plantas - Lisboa

Exposição de Orquídeas & outras plantas - Fundação Cidade de Lisboa

Promovida pelo Clube dos Orquidófilos de Portugal


quarta-feira, 2 de outubro de 2024

Acianthera hystrix

A Acianthera hystrix é uma espécie miniatura, cuja área de distribuição nativa se limita aos Estados de São Paulo e Paraná, no Brasil. É uma planta epífita, de folhas coriáceas, que se desenvolve num bioma tropical húmido, apresentando uma inflorescência de flor única.

Cultivo esta espécie montada numa pequena placa de cortiça, sobre um pouco de musgo, na estufa temperada. Necessita de regas constantes ao longo de todo ano, devendo ser mais frequentes nos períodos quentes e secos, de forma a manter a planta sempre hidratada. Fertilizo ao longo de todo o ano, com aplicações mais constantes na Primavera e no Verão, sempre com doses de baixa concentração.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Acianthera hystrix (Kraenzl.) F.Barros | Plants of the World Online | Kew Science