domingo, 18 de agosto de 2024

Paphiopedilum liemianum

O Paphiopedilum liemianum é uma planta de médio porte, que se desenvolve de forma terrestre ou litófila, em arribas calcárias verticais, sobre o húmus aí naturalmente depositado, em locais cujas altitudes se situam entre os 600 e os 1000 metros. É uma espécie com uma área de distribuição muito restrita, cingindo-se apenas ao norte da ilha de Sumatra.

Deve ser cultivada em ambientes temperados quentes, com temperaturas mínimas à volta dos 12 a 14 graus, com sombra moderada, boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. Está num vaso pequeno, com um substrato próprio para Paphiopedilum, acrescentando algum elemento que proporcione o aumento do pH do solo. Manter o substrato ligeiramente húmido, não devendo secar entre regas por períodos prolongados de tempo. Como não tem período de descanso, pode ser fertilizada ao longo de todo o ano.



Referências bibliográficas:

 IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Paphiopedilum liemianum (Fowlie) K.Karas. & K.Saito | Plants of the World Online | Kew Science

sexta-feira, 2 de agosto de 2024

Cirrhaea dependens

A Cirrhaea dependens é uma espécie epífita de médio porte, endémica do Brasil (Estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina), desenvolvendo-se num bioma tropical húmido. Floresce no Verão, com hastes pendentes compostas por inúmeras flores, intensamente perfumadas.

Deve ser cultivada em cesto aberto e suspenso, a exemplo das Stanhopea. O ambiente de cultivo deve ser temperado quente, o ano todo, com sombra moderada, elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. O Substrato é composto por uma mistura de esfagno, casca de pinheiro média e perlite. As regas devem ser as necessárias para manter o substrato sempre húmido, mas nunca encharcado, regando com mais frequência durante as estações mais quentes e secas. Aplico o fertilizante Akerne's Rain Mix duas vezes por semana, sempre com metade da dose indicada, para cada litro de água. Durante o tempo frio e chuvoso, suspendo as fertilizações. 


Referências bibliográficas: 

Cirrhaea dependens (G.Lodd.) G.Don | Plants of the World Online | Kew Science

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

sábado, 27 de julho de 2024

Stanhopea martiana

A Stanhopea martiana é uma espécie litófila, de médio porte, que se desenvolve sobre rochas, em florestas abertas, predominantemente de carvalhos, entre os 1200 e os 2100 metros de altitude. É uma espécie endémica do México, podendo apenas ser observada nos estados Nayarit, Jalisco, Oxaca e Guerrero.

Cultivo esta planta na estufa temperada quente, em ambiente com sombra moderada, com elevado teor de humidade relativa e bem ventilado, Tal como todas as Stanhopea, está num cesto aberto, suspenso, e com um substrato composto totalmente por esfagno. Aplico fertilizações/regas constantes na fase de desenvolvimento da planta (Primavera, Verão e primeiro terço do Outono). Durante o resto do ano deve apenas ser regado de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido.




Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Stanhopea martiana Bateman ex Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science

sábado, 20 de julho de 2024

Stanhopea shuttleworthii

A Stanhopea shuttleworthii é uma espécie cuja área de distribuição se limita ao estado de Tolima, na Colômbia, onde se desenvolve como planta epífita, de médio porte, em florestas luminosas, situadas em altitudes à volta dos 1000 metros.

Cultivo esta espécie em estufa temperada/fria, em ambiente com sombra moderada, com elevado teor de humidade relativa e bem ventilado. Está num cesto típico para o género Stanhopea e com um substrato composto 100% de esfagno. Aplico fertilizações/regas contantes na fase de desenvolvimento da planta (Primavera, Verão e primeiro terço do Outono). Durante o resto do ano deve regar-se apenas o necessário  para manter o substrato ligeiramente húmido.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Stanhopea shuttleworthii Rchb.f. | Plants of the World Online | Kew Science

quarta-feira, 3 de julho de 2024

Pinalia acervata

A Pinalia acervata é uma espécie epífita, de pequeno porte/miniatura, que se desenvolve em florestas decíduas e ou semidecíduas, em zonas montanhosas, entre os 900 e 3350 metros de altitude. Pode ser observada, no seu estado natural, no Vietname, Índia, China, Laos, Camboja, Birmânia e Tailândia.

Cultivo esta espécie na estufa fria, num pequeno vaso com substrato para epífitas, em ambiente mediamente sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa. Rego e fertilizo  a planta com regularidade na sua fase de desenvolvimento, deixando de fertilizar durante o Inverno, período em que reduzo drasticamente o número de regas.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Pinalia acervata (Lindl.) Kuntze | Plants of the World Online | Kew Science

domingo, 30 de junho de 2024

Maxillaria pendula

A Maxillaria pendula é uma espécie miniatura que se desenvolve de forma epífita, em florestas entre os 200 e os 1800 metros de altitude, em diversos países da América Central e do Sul, tais como a Nicarágua, Guatemala, Costa Rica, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Brasil.

É uma planta a ser cultivada preferencialmente montada num pedaço de cortiça ou de madeira, em estufa temperada quente, em local mediamente sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa (entre os 70 a 80%). Nos períodos mais quentes e secos do ano deve ser regada quase diariamente e fertilizada com regularidade, suspendendo as fertilizações apenas na época mais fria e húmida.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS (orchidspecies.com)

Maxillaria pendula | Plants of the World Online | Kew Science