segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Stanhopea nigripes

A Stanhopea nigripes é uma planta de médio porte de pseudobulbos ovoides/piriformes, sulcados e com uma folha apical lanceolada e coriácea. As suas inflorescências pendentes podem possuir até 8 flores por haste, sendo estas fortemente perfumadas e surgindo dos pseudobulbos já maduros.

Família: Orchidaceae          Género: Stanhopea         Espécie: nigripes

Habitat natural: Esta é uma espécie epífita proveniente do Peru, onde se desenvolve em florestas chuvosas e húmidas, muitas vezes nubladas e situadas em zonas montanhosas, entre os 800 e os 1900 metros de altitude.





Cultivo: É cultivada na estufa fria, em local onde as temperaturas mínimas podem descer ligeiramente abaixo dos 8 graus durante o Inverno. O ambiente de cultivo é sempre sombreado, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa (entre os 70 e os 80%).
Utilizo um cesto suspenso forrado pelo exterior a musgo/esfagno e um substrato composto maioritariamente por casca de pinheiro média, alguma argila expandida (20%) e alguma perlite (10%).
As regas devem ser adequadas às diferentes estações do ano, regando de forma a manter o substrato sempre húmido, sem secar completamente entre regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, sempre com metade da dose indicada pelo fornecedor por cada litro de água. Durante o Inverno suspendo as fertilizações.

Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/stannigripes.htm
https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Maxillaria alba

A Maxillaria alba é uma planta de médio porte, cujos rizomas se desenvolvem na vertical, com flores relativamente pequenas (3 cm) e completamente brancas. Esta espécie é proveniente de países como o Brasil, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Suriname, Guianas, Trinidad e Tobago, Cuba, Jamaica, Costa Rica, Panamá, Nicarágua, Belize, Honduras, Guatemala e México, manifestando-se em florestas de baixa altitude, quentes e húmidas.
É cultivada na estufa aquecida, com mínimas de Inverno de 12 graus e máximas de 32 graus. O local é sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa (entre os 70 e os 80%).
Está num vaso pequeno e num substrato composto por casca de pinheiro média (70%), argila expandida (20%) e perlite (10%), percentagens aproximadas.
Rego de forma a manter o substrato sempre ligeiramente húmido e fertilizo entre os meses de Março a Outubro, com suspensão total no Inverno.




Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/maxalba.htm
https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Nidema boothii

A Nidema boothii é uma espécie de pequeno porte, que se desenvolve como planta epífita, em florestas tropicais, desde o nível do mar até aos 1500 metros de altitude, no México, nos países da América Central e ainda na Colômbia.
Cultivo esta espécie montada numa placa de cortiça, num ambiente moderadamente sombreado, bem ventilado, com elevado teor de humidade relativa e com temperaturas mínimas de Inverno sempre acima dos 12 graus.
A frequência das regas deve adequar-se a cada estação do ano, de forma a manter a planta sempre bem hidratada. Com o tempo frio e chuvosos devem suspender-se as regas.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix duas vezes por semana, com doses de baixa concentração, suspendendo todas as aplicações durante o Inverno.



Referências bibliográficas:

http://orchidspecies.com/nidemabooth.htm
https://wcsp.science.kew.org/namedetail.do?name_id=135470

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Exposição de Orquídeas de Oeiras

Nos dias 16 e 17 de Novembro de 2019, o Clube dos Orquidófilos de Portugal irá organizar mais uma Exposição Internacional de Orquídeas de Oeiras, no espaço AERLIS - OEIRAS (Associação Empresarial da Região de Lisboa). 
Para além de diversas palestras e demostrações de cultivo, irão estar presentes diversos expositores/vendedores; entre eles os Jardins Sintra (Portugal), Mestre Jardineiro (Portugal, WinGarden&Home (Portugal), Ecuagenera (Equador), Ecuadorquideas (Equador), Flora del Trópico (Espanha), Florália (Brasil) e Pantropica (Espanha).
Haverá ainda outros expositores com outras plantas e artigos, como Xerovedras (cactos e suculentas) e Casa da Encosturas (licores e doces regionais).

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Vanda vietnamica

A Vanda vietnamica é uma espécie recentemente descoberta no Vietname, em florestas decíduas e semi decíduas de baixa altitude, desde o nível do mar até aos 700 metros.
É uma planta para ser cultivada montada ou em pequeno cesto, em ambiente com boa luminosidade, sem sol direto, temperado quente, com um elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. 
Os restantes cuidados de cultivo são idênticos à generalidade das espécies do género Vanda, tendo sobretudo em conta a fertilização sempre com doses de baixa concentração.




http://orchidspecies.com/christvietnamica.htm

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Pleurothallis allenii

A Pleurothallis allenii é uma planta miniatura, com ausência de pseudobulbos, característica deste género, de caules eretos e delgados, com uma única folha apical, ereta, coriácea e elíptico lanceolada. As suas inflorescências são curtas, surgindo a partir de uma espata e vão abrindo sucessivamente, uma de cada vez, ao longo da Primavera, Verão e Outono.

Família: Orchidaceae          Género: Pleurothallis          Espécie: allenii

Habitat natural: É uma planta que se desenvolve de forma epífita, na região central do Panamá e nas Honduras, em florestas que geralmente se situam entre os 500 e os 1000 metros de altitude, algo densas e muito húmidas.




Cultivo: É uma espécie para ser cultivada em ambientes temperados a temperados/frios, em local sombreado, bem ventilado e com elevado teor de humidade relativa (à volata dos 80%).
Está num vaso pequeno (cerca de 6 cm de diâmetro), em substrato composto maioritariamente por casca de pinheiro fina e alguma perlite. Opcionalmente, também pode ser adicionado algum esfagno.
Regar as vezes necessárias de forma a manter o substrato sempre húmido, adequando a frequência das regas às diferentes estações do ano. Sendo uma planta sem pseudobulbos, apenas suporta estar seca  por períodos muito curtos de tempo.
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, uma a duas vezes por semana, sempre com metade da dose indicada no rótulo/instruções. No Inverno deixo de aplicar fertilizações.

Referências bibliográficas: 

http://orchidspecies.com/pleuralleni.htm

https://wcsp.science.kew.org/qsearch.do

https://www.facebook.com/americo.pereira.39904

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Cattleya kerrii

A Cattleya kerrii é mais uma das espécies de pequeno porte do género Cattleya. É nativa das florestas da Mata Atlântica, do estado da Baía, onde vegeta sobre as árvores situadas nas margens pantanosas de baixa altitude, muito húmidas e com alto teor de precipitação ao longo do ano.
Deve, preferencialmente, ser cultivada montada em madeira ou cortiça, num ambiente moderadamente sombreado, com temperaturas mínimas sempre acima dos 12 a 14 graus e as máximas a rondar os 32 a 33 graus. Deve também ser proporcionada uma boa ventilação do espaço e um elevado teor de humidade relativa, à volta dos 70 a 80%. 
Fertilizo com o Akerne Rain Mix, duas a três vezes por semana, desde o aparecimento dos novos pseudobulbos até à época de floração. 
Regar com frequência de forma a manter a planta sempre bem hidratada, sobretudo no período de desenvolvimento vegetativo.