segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Cymbidium tortisepalum 'Diancanghonghe'

O Cymbidium tortisepalum 'Diancanghonghe' é uma variedade muito interessantes desta espécie, que é nativa de uma parte da China e Taiwan, sendo uma planta terrestre, nas margens das florestas de altitude, entre os 800 e os 2500 metros.

Deve ser cultivada em espaço temperado/frio, necessitando, para florir, temperaturas abaixo dos 12 graus, no final do Verão ou início do Outono. As restantes condições de cultivo devem ser as mesmas que para as restantes espécies deste género, mas utilizando um vaso pequeno, estreito e alto.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Cymbidium tortisepalum Fukuy. | Plants of the World Online | Kew Science

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Cymbidium dayanum f. albiflorum

O Cymbidium dayanum f. albiflorum é uma variante rara desta espécie, nativa  numa parte da Índia, Tailândia, Camboja, China, Vietname, Bornéu, Malásia, Filipinas, Sulawesi, Sumatra, Taiwan e as ilhas japonesas de Ryukyu. Desenvolve-se como planta epífita, em florestas situadas entre os 200 e os 1800 metros de latitude.

O seu cultivo exige temperaturas um pouco mais elevadas do que a maioria das espécies deste género, com mínimas à volta dos 12 graus e máximas entre os 30 e os 34 graus. As restantes exigências de cultivo são semelhantes à generalidade das suas congéneres. 




Referências bibliográficas:

Cymbidium dayanum f. albiflorum (S.S.Ying) O.Gruss & H.T.Nguyen | Plants of the World Online | Kew Science

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Lycaste xanthocheila

A Lycaste xanthocheila é uma espécie epífita, de pequeno/médio porte, nativa na Guatemala e na Costa Rica. No seu habitat natural, desenvolve-se em florestas tropicais de baixa e média altitude, até aos 800 metros.

É uma planta a ser cultivada em ambiente temperado quente, moderadamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. No seu cultivo, utilizo um vaso médio em substrato composto por casca de pinheiro média (70%)e argila expandida (30%). As regas devem ser apenas as necessárias para manter o substrato ligeiramente húmido, devendo este secar entre regas, por curtos períodos de tempo. Fertilizo com o Akerne's Rain Mix, desde o surgimento dos novos rebentos/pseudobulbos até à sua completa maturação. 

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Maxillaria ringens

A Maxillaria ringens é uma espécie unifoliada de médio porte, nativa da Guatemala, México, Belize, Nicarágua, Costa Rica, Honduras, Panamá, Colômbia e Norte do Brasil. Desenvolve-se em florestas tropicais densas, entre os 300 e os 1700 metros de altitude. 

Cultivo esta planta da estufa temperada quente, em local mediamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Utilizo um substrato composto por casca de pinheiro grossa e média e argila expandida. O número de regas deve ser o necessário para manter o substrato apenas ligeiramente húmido. Aplico o fertilizante Akerne's Rain Mix, em doses de baixa concentração, durante a Primavera, o Verão e primeira metade do Outono.



Referências bibliográficas:

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Maxillaria ringens Rchb.f. | Plants of the World Online | Kew Science

sábado, 13 de setembro de 2025

Maxillaria longipetala

A Maxillaria longipetala é uma espécie com pseudobulbos e uma única folha apical. É uma planta de médio porte, predominantemente epífita, endémica da região de Huanuco, no Peru, desenvolvendo-se num bioma tropical húmido.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, num ambiente mediamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Está num vaso médio, com uma mistura para epífitas, composta por casca de pinheiro grossa e argila expandida. Rego de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, sendo conveniente secar entre regas por um curto espaço de tempo. Fertilizo com o Akerne's Rain Mix, uma a duas vezes por semana, deixando de fertilizar durante a segunda metade do Outono e Inverno.



Referências bibliográficas: 

Maxillaria longipetala Ruiz & Pav. | Plants of the World Online | Kew Science

segunda-feira, 8 de setembro de 2025

Sobralia violacea

A Sobralia violacea é uma espécie de médio porte, que se desenvolve como planta terrestre, por vezes como epífita, em locais abertos, nas margens das florestas nubladas, situadas entre os 100 e os 3300 metros de altitude. É nativa em países como o Peru, o Equador, a Bolívia, a Colômbia, a Venezuela, a Guiana e a Costa Rica.

Cultivo esta espécie num substrato composto por uma mistura para terrestres (casca de pinheiro média, argila expandida e alguma turfa). Durante a Primavera, o Verão e a primeira parte do Outono está no exterior, em local com boa luminosidade, mas mediamente sombreado. Durante o resto do ano retiro a planta para a estufa temperada/quente. 

Rego as vezes necessárias a manter o substrato ligeiramente húmido, nunca encharcado. Aplico um fertilizante granulado de libertação lenta (Osmocote), umas duas vezes por ano.



Referências bibliográficas:

Sobralia violacea Linden ex Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science

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domingo, 17 de agosto de 2025

Cattleya violacea f. semi alba

A Cattleya violacea é uma espécie bifoliada, de médio porte, que se distribui por uma vasta zona da América do Sul, em países como o Brasil, a Bolívia, o Peru, o Equador, a Colômbia, a Venezuela e as Guianas. Desenvolve-se em florestas de baixa altitude, entre os 200 e os 700 metros, como planta epífita.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, em local com excelente luminosidade, sem sol direto, com boa ventilação e elevado teor de humidade relativa. É uma planta mais exigente em temperaturas (calor) e luminosidade, do que a maioria das espécies deste género. 

Como esta planta está montada, rego diariamente nas estações mais quentes e secas do ano, espaçando muito mais o número de regas durante o Inverno. Fertilizo duas a três vezes por semana com o Akerne's Rain Mix, com apenas metade da dose indicada pelo fornecedor, para cada litro de água.



Referências bibliográficas:

Cattleya violacea (Kunth) Lindl. | Plants of the World Online | Kew Science