domingo, 28 de junho de 2026

Stanhopea embreei

A Stanhopea embreei é uma espécie epífita, de médio porte, que se desenvolve nas encostas do Andes, no Peru e no Equador, em florestas nubladas e húmidas, entre os 500 e os 1200 metros de altitude. Geralmente, floresce no final da Primavera ou início do Verão.

Cultivo esta planta na estufa temperada/fria, em ambiente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Está num cesto adequado ao género Stanhopea,  com um substrato composto por 100% de esfagno. Aplico regas de forma a manter o substrato ligeiramente húmido, adequando estas às diferentes estações do ano. As fertilizações são feitas em quase todas as regas, ao longo de todo o ano, sendo mais regulares durante a Primavera e o Verão. Utilizo sempre o Akerne's Rain Mix.





Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Stanhopea embreei Dodson | Plants of the World Online | Kew Science

domingo, 3 de maio de 2026

Cynorkis angustipetala

A Cynorkis angustipetala é uma espécie terrestre, que pode ser encontrada, no seu habitat natural, em Madagáscar. Pode ser observada entre os 500 e os 2000 metros de altitude, em bosques húmidos pouco densos, em pântanos com solos turfosos, em pastagens e na orla de florestas e bosques.

Cultivo esta planta na estufa temperada, numa mistura completamente composta por perlite e vermiculite. Quando a planta entra em dormência, perdendo as folhas, esta deve ser mantida em absoluto repouso, iniciado as regas apenas no final do Inverno. Regar e fertilizar regularmente logo após o surgimento dos novos brotos. 



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Cynorkis angustipetala Ridl. | Plants of the World Online | Kew Science

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

Cymbidium tortisepalum 'Diancanghonghe'

O Cymbidium tortisepalum 'Diancanghonghe' é uma variedade muito interessantes desta espécie, que é nativa de uma parte da China e Taiwan, sendo uma planta terrestre, nas margens das florestas de altitude, entre os 800 e os 2500 metros.

Deve ser cultivada em espaço temperado/frio, necessitando, para florir, temperaturas abaixo dos 12 graus, no final do Verão ou início do Outono. As restantes condições de cultivo devem ser as mesmas que para as restantes espécies deste género, mas utilizando um vaso pequeno, estreito e alto.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Cymbidium tortisepalum Fukuy. | Plants of the World Online | Kew Science

quarta-feira, 17 de dezembro de 2025

Cymbidium dayanum f. albiflorum

O Cymbidium dayanum f. albiflorum é uma variante rara desta espécie, nativa  numa parte da Índia, Tailândia, Camboja, China, Vietname, Bornéu, Malásia, Filipinas, Sulawesi, Sumatra, Taiwan e as ilhas japonesas de Ryukyu. Desenvolve-se como planta epífita, em florestas situadas entre os 200 e os 1800 metros de latitude.

O seu cultivo exige temperaturas um pouco mais elevadas do que a maioria das espécies deste género, com mínimas à volta dos 12 graus e máximas entre os 30 e os 34 graus. As restantes exigências de cultivo são semelhantes à generalidade das suas congéneres. 




Referências bibliográficas:

Cymbidium dayanum f. albiflorum (S.S.Ying) O.Gruss & H.T.Nguyen | Plants of the World Online | Kew Science

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segunda-feira, 10 de novembro de 2025

Lycaste xanthocheila

A Lycaste xanthocheila é uma espécie epífita, de pequeno/médio porte, nativa na Guatemala e na Costa Rica. No seu habitat natural, desenvolve-se em florestas tropicais de baixa e média altitude, até aos 800 metros.

É uma planta a ser cultivada em ambiente temperado quente, moderadamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. No seu cultivo, utilizo um vaso médio em substrato composto por casca de pinheiro média (70%)e argila expandida (30%). As regas devem ser apenas as necessárias para manter o substrato ligeiramente húmido, devendo este secar entre regas, por curtos períodos de tempo. Fertilizo com o Akerne's Rain Mix, desde o surgimento dos novos rebentos/pseudobulbos até à sua completa maturação. 

sexta-feira, 10 de outubro de 2025

Maxillaria ringens

A Maxillaria ringens é uma espécie unifoliada de médio porte, nativa da Guatemala, México, Belize, Nicarágua, Costa Rica, Honduras, Panamá, Colômbia e Norte do Brasil. Desenvolve-se em florestas tropicais densas, entre os 300 e os 1700 metros de altitude. 

Cultivo esta planta da estufa temperada quente, em local mediamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Utilizo um substrato composto por casca de pinheiro grossa e média e argila expandida. O número de regas deve ser o necessário para manter o substrato apenas ligeiramente húmido. Aplico o fertilizante Akerne's Rain Mix, em doses de baixa concentração, durante a Primavera, o Verão e primeira metade do Outono.



Referências bibliográficas:

IOSPE PHOTOS

Maxillaria ringens Rchb.f. | Plants of the World Online | Kew Science

sábado, 13 de setembro de 2025

Maxillaria longipetala

A Maxillaria longipetala é uma espécie com pseudobulbos e uma única folha apical. É uma planta de médio porte, predominantemente epífita, endémica da região de Huanuco, no Peru, desenvolvendo-se num bioma tropical húmido.

Cultivo esta espécie na estufa temperada quente, num ambiente mediamente sombreado, com elevado teor de humidade relativa e boa ventilação. Está num vaso médio, com uma mistura para epífitas, composta por casca de pinheiro grossa e argila expandida. Rego de forma a manter o substrato apenas ligeiramente húmido, sendo conveniente secar entre regas por um curto espaço de tempo. Fertilizo com o Akerne's Rain Mix, uma a duas vezes por semana, deixando de fertilizar durante a segunda metade do Outono e Inverno.



Referências bibliográficas: 

Maxillaria longipetala Ruiz & Pav. | Plants of the World Online | Kew Science